Greening ainda é a doença cítrica mais destrutiva do Brasil
Segundo o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), o greening é a doença citrícola mais destrutiva do Brasil e a maior ameaça à citricultura mundial. Nos últimos dois anos, a doença vem avançando em todo o estado de São Paulo, com crescimento de 9,16% entre 2021 e 2022), além da região Noroeste paulista.
Segundo o agrônomo Sérgio Nascimento, do Fundecitrus, a recomendação aos produtores é eliminar as plantas doentes, principalmente em novas áreas, e controlar o inseto vetor. “Para controlar o inseto, o produtor deve rodar inseticidas, com diferentes modos de ação”, afirmou.
O agrônomo lembra ainda que a população de psilídeos e o número de plantas não erradicadas com greening vêm aumentando na região de Rio Preto. De acordo com ele, “por se tratar de uma região que antes tinha baixo índice da doença, há uma falsa impressão de que a doença nunca vai chegar, mas em algum momento chega”.
O Fundecitrus tem ministrado palestras para divulgar os danos causados por doenças e pragas dos citros. Em uma dessas reuniões, que aconteceu em Rio Preto, duas pragas – a do furão e a mosca-das-frutas – que atacam diretamente a laranja, foram abordadas por especialistas. Outro tópico abordado foi o controle do greening diante da alta população de psilídeos.
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