Proibições de voos pelo espaço aéreo russo atingem companhias aéreas de 36 países
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MOSCOU (Reuters) - A Rússia fechou seu espaço aéreo para companhias aéreas de 36 países, incluindo todos os 27 membros da União Europeia, em resposta a sanções relacionadas à Ucrânia contra seu setor de aviação.
Alguns dos países proibidos já haviam sido identificados, enquanto outros foram nomeados pela autoridade aeronáutica Rosaviatsia pela primeira vez na segunda-feira, após as medidas punitivas impostas pela invasão da Ucrânia pela Rússia.
A expectativa é que as proibições de voos prejudiquem especialmente as companhias aéreas que sobrevoam o maior país do mundo para ir da Europa à Ásia, já que serão forçadas a encontrar novas rotas.
A Rosaviatsia disse que os voos desses países podem, em circunstâncias excepcionais, serem permitidos se obtiverem autorização especial da autoridade de aviação da Rússia ou do Ministério das Relações Exteriores.
Entre os países estão Albânia, Anguilla, Áustria, Bélgica, Bulgária, Ilhas Virgens Britânicas, Alemanha, Gibraltar, Hungria, Grécia, Dinamarca, Canadá, Croácia, Chipre, República Tcheca, Estônia, Finlândia, França, Jersey, Irlanda, Islândia, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Noruega, Polônia, Portugal, Romênia, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Suécia e Reino Unido.
O presidente russo, Vladimir Putin, chamou a invasão da Ucrânia de "operação especial" e a justificou dizendo que "neonazistas" governam o país e ameaçam a segurança da Rússia - uma acusação que Kiev e governos ocidentais dizem ser propaganda infundada.
(Editado por Timothy Heritage)
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