Região Centro-Oeste alavanca vendas de silos-bolsas no Brasil

Publicado em 25/02/2021 09:11 187 exibições
A alta na produção de grãos aumenta o uso dos produtos pelo agronegócio, em razão de sua alta performance e do seu bom custo-benefício

Os silos-bolsas, materiais utilizados para armazenar grãos, têm ganhado cada vez mais espaço no agronegócio brasileiro. Essas bolsas, longas como túneis, tem alta capacidade de armazenamento e têm boa relação custo-benefício, o que a torna ainda mais propícia para produtores com grande safra para estocar. No Brasil, a região Centro-Oeste tem apostado nesse produto, em especial os estados de Goiás e Mato Grosso, e os produtores confirmam os benefícios.

A Silox é uma fabricante de silos-bolsas tecnicamente superiores às concorrentes no mercado. Integrante do grupo Nortène, especializado em produzir materiais de alta performance, a empresa verifica que o Centro-Oeste concentra 40% do potencial de silos-bolsas mapeados no Brasil. “Além dessa região, temos ainda uma parte do Norte (PA e RO) e um pedaço do Nordeste, conhecido como SEALBA (SE, AL e noroeste da BA), considerados grandes produtores de milho”, explica Dayana Caroba, Gestora Comercial da Silox.

Para o Engenheiro Agrônomo Diego Schmidt, o uso das silos-bolsas cresceu por conta do ótimo custo-benefício, considerando que o investimento nesses produtos é baixo e o armazenamento é seguro. Os silos-bolsas permitem segregação dos grãos, espera pelo melhor momento de precificação dos produtos, e preservação da qualidade. “Temos relatos de produtores que armazenaram os grãos e após um ano verificaram que os produtos tinham a mesma aparência de quando foram armazenados”, diz. Além disso, os silos-bolsas praticamente zeram as perdas, uma vez que a Silox trabalha com a melhor matéria-prima do mercado, metaloceno e dióxido de titânio.

Dentre os principais commodities que podem ser armazenados em silos-bolsas estão soja, milho, milho pipoca, trigo, feijão, arroz, semente de gergelim e semente de girassol. “O milho poderá gerar uma maior demanda por silos-bolsas devido ao aumento da produção, que deverá ficar em torno de 12% a mais comparada a safra passada”, explica Dayana Caroba. A falta de transporte para os produtores escoarem seus produtos também trará maior necessidade de armazenamento de alta performance. “Ás vezes o grão já está vendido, precisa ser retirado da fazenda, porém não há transporte, então a única solução é o silo-bolsa”, diz.

A oferta de silos estáticos no Brasil, além de ser mais cara, não é suficiente para atender os produtores devidamente, por isso silos-bolsas se destacam no mercado. “Hoje, para armazenar no estático, o produtor terá um custo médio de R$ 2,00/saca. Para armazenar o mesmo grão no silo-bolsa o custo médio será de R$ 0,75/saca. Ou seja, 167% de diferença entre uma solução e outra”, afirma Engenheiro Diego.

Mais vantagens

Para fazer uso das silos-bolsas serão necessárias duas máquinas, uma embutidora e outra extratora. Ao todo o custo médio será de R$ 130 mil, enquanto uma instalação de silo convencional sai por R$ 800 mil. A extração dos grãos pode ser escalonada e feita a qualquer momento, cabendo ao produtor definir quando será para retirar a produção. “Durante o armazenamento e o período em que o grão estiver armazenado, há pouca necessidade de interferência humana, o que reduz também a mão de obra”, explica o Diretor Comercial e Marketing Samir Chad.

A principal função da bolsa Silox é ser uma barreira de oxigênio, proporcionando um ambiente hermeticamente fechado e criando um clima anaeróbico, impedindo o desenvolvimento de insetos (caruncho e pragas) mantendo assim a qualidade do produto armazenado. “Evita contato com pragas e doenças externas, diferente do silo convencional que sofre com a interferência humana dentro do silo”, pontua.

A Silox trabalha coma melhor tecnologia de produção do mercado, com processo de dobra e embalagem automatizados. Com seus produtos de alta performance, a empresa se qualifica para atender a alta na demanda por armazenamento, que deve se estender pelo país ao longo dos próximos 10 anos.

Fonte:
Assessoria de Comunicação

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