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Milho: Após recuo nos preços no mercado internacional, Coreia do Sul compra 120 mil toneladas

Publicado em 02/04/2013 11:52 478 exibições
A Coreia do Sul comprou 120 mil toneladas de milho da empresa Noble a US$ 282,78/t nesta terça-feira (2), segundo informações das traders. Os preços pagos pelos compradores sul-coreanos recuaram cerca de 8% desde quinta-feira (28) devido à retração do valor das ofertas de tradings de commodities e a expectativa de aumento na oferta mundial.

De acordo com as traders, o volume importado deverá ser entregue no dia 25 de maio e o preço pago pelos compradores sul-coreanos pelo milho é o menor em 10 meses. O valor também é mais baixo do que a última compra feita pelo país no final da semana passada. O braço Busan da Associação de Ração da Coreia do Sul havia comprado cerca de 55 mil toneladas do cereal da trading Louis Dreyfus Commodities, com entrega para o final de julho a US$ 307,73/t. 

No final da semana passada, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou um relatório reportando as primeiras intenções de plantio da nova safra dos EUA estimando a área de milho em 39,38 milhões de hectares, a maior desde 1936. O departamento norte-americano também projetou números dos estoques trimestrais de milho no país em 137,2 milhões de toneladas de milho, o volume é maior do que o esperado pelo mercado internacional. 

Essas variáveis exerceram pressão negativa nas cotações futuras do cereal na Bolsa de Chicago. Desde a última quinta-feira, o contrato maio/13 de milho já recuou mais de 12%, o que teria despertado o interesse dos compradores asiáticos. Com isso, segundo analistas, ontem (1), já havia rumores no mercado de commodities agrícolas de que a China estaria comprando, novamente, soja e milho nos Estados Unidos. 

A safrinha brasileira de milho, projetada pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) em 41.275 milhões de toneladas, deverá contribuir para esse aumento da oferta mundial do grão. Com informações de agências internacionais.
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Por:
Fernanda Custódio
Fonte:
Notícias Agrícolas

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