Milho MT: Produtores sofrem com falta de armazenagem e baixos preços

Publicado em 23/07/2013 08:35 571 exibições

Mato Grosso já possui 56,6% da área total de três milhões de hectares semeados na safra 2012/13 colhida, evolução de 17,1 p.p. na semana, o maior avanço desta safra, que corresponde a 11,1 milhões de toneladas de milho que entram no mercado, pressionando ainda mais as cotações. Em relação ao mesmo período do ano passado, o atraso é de 9,61 p.p. O destaque desse levantamento é a região médio-norte, que conta com mais da metade da área do Estado, 53%, e já possui 67,9% da área concluída, com produtividade ponderada sobre a área colhida de 110 sc/ha, frente à média de 100 sc/ha de Mato Grosso. Nessa região, alguns municípios se apresentam ainda mais adiantados, como Lucas do Rio Verde, com 80%. Com isso, a região se destaca perante as outras, sobretudo, a região centro-sul, que apresenta os volumes de colheita mais atrasados do Estado, 37,8%. Com o rápido avanço da colheita, e falta de estrutura para armazenagem, muitos produtores estão estocando em silos bolsas, e outros, ainda, armazenando a céu aberto. O problema de armazenagem se agravando a cada dia, em decorrência do avanço da colheita, e os baixos preços do milho que desestimulam os negócios, podem frear o ritmo acelerado da colheita no Estado, sobretudo, na região médio-norte, obrigando os produtores a permanecer com o milho nas lavouras por mais tempo.

Leia o boletim na íntegra no site do Imea

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Imea

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1 comentário

  • Elton Szweryda Santos Paulinia - SP

    A que, ou a quem serve essa super 2ªsafra de milho? Com certeza os beneficiários não serão os agricultores. Será que desta vez irão apreender a lição dura que se apresenta? Apesar de que a parte mais sensível do corpo é o bolso, não acredito que essa lição será aprendida definitivamente, pois infelizmente a memoria dos brasileiros e bem curta, breve irão se esquecer do prejuízo, fizeram papel de bobos e ainda irão ajudar os atuais governantes a continuarem no poder, pois estão subsidiando com o seu suor, maquinas, e o lucro tido na soja, a manter o milho a preço " vil ". Precisamos raciocinar com a razão e não com os braços. Vamos manter o equilíbrio na produção, não caia no engodo de aumentar sua produção, senão todos seremos perdedores, mais oferta, menor o preço, sempre será assim. Diga sim a inteligência.

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