Mercado de milho segue sem suporte em Chicago e investidores testam agora o lado positivo da tabela
Os futuros do milho viraram nesta reta final do pregão na Bolsa de Chicago (CBOT), ficando pouca coisa acima da linha de neutralidade, em que pese haver poucos fundamentos decisivos. Os investidores testam o positivo para ver se o mercado vai junto e assim conseguirem algum ganho com as vendas.
Por volta da 14h10, o dezembro e o março estavam em mais 0,25 ponto, respectivamente em US$ 3,50 e US$ 3,64.
As classificações de colheita conhecidas mostraram uma melhoria generalizada nas condições. Apenas dois estados relataram condições mais baixas - Illinois e Nebraska. Com isso, o Farm Futures aumentou a projeção de rendimento, de uma faixa de 167,4 bushel por acre a 169,6 bu/a. Isso seria base para uma queda nas cotações.
Por outro lado foi confirmado o grande atraso na colheita, que avançou somente 6% na semana passada, mantendo os armazéns com uma defasagem de 19% sobre 2016.
O clima parece que favorecerá a colheita nas planícies e em outras regiões produtoras, já que ficará mais seco.
São Paulo
Os negócios com o cereal na BM&F Bovespa desde ontem tracejavam no positivo, sem força. Agora à tarde, com os negócios parados, a estagnação é total.
O novembro vinha com variação zero, a R$ 32,82, e o janeiro a mais 0,03%/R$ 33,51, às 14h15.
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