Milho: À espera de novas informações, mercado opera próximo da estabilidade na CBOT no pregão desta 6ª feira

Durante o pregão desta sexta-feira (5), os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) já testaram os dois lados da tabela, mas permanecem próximos da estabilidade. Perto das 12h34 (horário de Brasília), as principais posições da commodity testavam leves altas de 0,25 pontos. O março/18 era cotado a US$ 3,51 por bushel, enquanto o maio/18 operava a US$ 3,59 por bushel.
O mercado ainda busca uma ligeira recuperação após as recentes quedas. Porém, não há informações que possam impulsionar as cotações nesse momento, conforme ponderam as agências internacionais. Com isso, o mercado permanece caminhando de lado em Chicago.
"Eles estão procurando por uma história de baixa", disse Benson Quinn Commodities ao Agrimoney.com. E, ainda segundo o site internacional, a notícia pode ocorrer no próximo boletim de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que será reportado na próxima sexta-feira (12).
A expectativa é que o órgão revise para cima a produtividade das lavouras norte-americanas no última temporada. "Os analistas privados afirmam que uma mudança de 185,6 sacas por hectare para 187,3 sacas por hectare não seria absurda", reportou CHS Hedging.
Ainda no quadro fundamental, os investidores ainda monitoram o comportamento do clima na América do Sul, em especial na Argentina. Mas, por enquanto, as previsões climáticas ainda indicam clima mais quente e seco no país nos próximos dias.
BM&F Bovespa
Enquanto isso, na BM&F Bovespa, as cotações futuras do milho operam em queda no pregão desta sexta-feira. As principais posições do cereal recuavam entre 0,30% e 1,00%, às 11h59 (horário de Brasília). O janeiro/18 era cotado a R$ 32,92 a saca e o março/18 operava a R$ 33,71 a saca.
As cotações recuavam apesar da ligeira movimentação registrada em Chicago e da alta observada no câmbio. A moeda norte-americana era cotada a R$ 3,24 na venda, com ganho de 0,29%, perto das 12h49 (horário de Brasília).
"O dólar reduziu a alta contra o real nesta sexta-feira após relatório sobre mercado de trabalho dos Estados Unidos mais fraco do que o esperado, em um dia de correção após quedas recentes", informou a Reuters.
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