Milho: Mercado reduz perdas no pregão desta 4ª feira, mas segue em campo negativo em Chicago

As cotações futuras do milho dão continuidade ao movimento negativo ao longo do pregão desta quarta-feira (4) na Bolsa de Chicago (CBOT). Por volta das 13h55 (horário de Brasília), as principais posições da commodity exibiam quedas de mais de 7 pontos. O maio/18 operava a US$ 3,80 por bushel e o julho/18 trabalhava a US$ 3,89 por bushel.
Durante a sessão, os preços do cereal reduziram as perdas. Porém, as cotações continuam sendo pressionadas negativamente pela tarifa de importação de 25% imposta pela China ao produto norte-americano. A medida foi anunciada nesta quarta-feira, mas a nação asiática ainda não estabeleceu uma data em que as medidas entrariam em vigor.
"Os futuros de milho dos EUA também caíram acentuadamente, depois recuperaram uma parte das pesadas perdas com a retomada das negociações após uma pausa no meio da manhã", reportou a Reuters internacional.
"A grande reação está na soja porque o impacto comercial é o maior, com 35 milhões de toneladas do grão importada pela China", disse Michel Portier, chefe da consultoria Agritel, em entrevista a Reuters internacional.
BM&F
Em contrapartida, os preços do milho operam em campo positivo na BM&F Bovespa nesta quarta-feira. As principais posições da commodity exibiam ganhos entre 0,70% e 1,24%, perto das 13h51 (horário de Brasília). O maio/18 era cotado a R$ 39,11 a saca e o julho/18 operava a R$ 37,20 a saca.
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