Milho: Atento ao início do plantio nos EUA, mercado volta a testar leves quedas nesta 3ª feira em Chicago

Publicado em 17/04/2018 12:32
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Durante o pregão desta terça-feira (17), os preços futuros do milho voltaram a testar o lado negativo da tabela. As principais posições da commodity exibiam quedas de 1,50 pontos, perto das 12h13 (horário de Brasília). O maio/18 trabalhava a US$ 3,81 por bushel, enquanto o julho/18 era cotado a US$ 3,89 por bushel.

Segundo as agências internacionais, o foco dos investidores permanece na safra americana. "O clima parece pronto para permitir uma aceleração nas semeaduras de milho dos EUA, após um início lento", destacou o portal Agrimoney.com.

Ainda conforme dados do site, os principais estados no cinturão de produção de milho parecem preparados para melhorar as condições de umidade e frio. "Que até o último domingo desaceleraram o plantio do cereal, que chegou a 3%, avanço de apenas 1% em relação à última semana", ressaltou o Agrimoney.com.

"A previsão é que o Meio-Oeste se mantenha mais seco no final dessa semana até a semana seguinte", disse a corretora Allendale.

No Commonwealth Bank da Austrália, Tobin Gorey disse que "os meteorologistas esperam que as condições climáticas sejam um pouco mais quentes e secas a partir do final de semana". Com isso, "os produtores devem ser capazes de acelerar o plantio nessas condições", completa.

BM&F Bovespa

Enquanto isso, na bolsa brasileira, os futuros do milho operam com ligeiras altas. Nesta terça-feira, às 11h49 (horário de Brasília), o maio/18 testava leve alta, de 0,49%, cotado a R$ 39,19 a saca. Já o novembro/18 recuava 0,03%, negociado a R$ 36,59 a saca.

O mercado apresenta ligeiras movimentações e observa o comportamento dos preços na Bolsa de Chicago. Além disso, o dólar, outro importante componente na composição dos preços segue no radar.

A moeda norte-americana era cotada a R$ 3,4022 na venda, com queda de 0,29%, às 12h09 (horário de Brasília). "O câmbio acompanha o movimento da moeda norte-americana no exterior em meio ao cenário de maior busca por risco, mas com os investidores ainda bastante atentos ao cenário político local", reportou a Reuters.

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Por: Fernanda Custódio
Fonte: Notícias Agrícolas

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