Milho se mantem estável em Chicago devido a falta de novidades na relação China-EUA

Publicado em 27/02/2019 12:38 e atualizado em 27/02/2019 17:41
140 exibições

LOGO nalogo

Os preços internacionais do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) operam da maneira estável ao longo dessa quarta-feira (27). As principais cotações registravam movimentações máximas de 0,25 pontos positivos por volta das 12h11 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a US$ 3,66, o maio/19 valia US$ 3,76 e o julho/19 era negociado por US$ 3,84.

Segundo o site Barchart, a média no mês de fevereiro para o milho dezembro na Bolsa de Chicago é de US $ 4,00 com apenas mais dois dias restantes. Essa cotação deve definir o preço do seguro para a safra de milho americana da primavera no hemisfério norte.

Na análise de Jessie Scott da Successful Famirng, a quarta-feira apresenta pouca movimentação tanto para a soja quanto para o milho, uma vez que o mercado segue no aguardo de novidades sobre a negociação comercial entre China e Estados Unidos.

Outro fator apontado para a estabilidade dos futuros do milho após as quedas dos últimos dois dias, é a recuperação parcial do trigo após atingir seu menor preço dos últimos 10 meses. "O trigo está recebendo algum apoio na compra de barganhas após sua queda de cerca de 10% desde o início de fevereiro", disse Michael Magdovitz, analista sênior de commodities agrícolas do Rabobank.

B3

Já a bolsa brasileira opera com pequenas quedas nessa quarta-feira. As principais cotações registram desvalorizações entre 0,11% e 0,88% negativo por volta das 12h36 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a R$ 42,25, o maio/19 valia R$ 39,95 e o julho/19 era negociado por R$ 35,95.

Conforme análise da Radar Investimentos, a disponibilidade do cereal continua curta na maioria das praças paulistas. O contraponto neste momento é o preço da soja, que pode mudar o ritmo de comercialização do cereal. Em Campinas/SP, as referências giram ao redor de R$41,00 e R$42,00/saca, CIF, com 30 dias de prazo. 

Tags:
Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

Nenhum comentário