Chicago segue com leves altas para o milho nessa sexta-feira

Os preços internacionais do milho seguem apresentando pequenas elevações na Bolsa de Chicago (CBOT) ao longo dessa sexta-feira (08). As principais cotações registram valorizações entre 0,50 e ,75 pontos por volta das 11h38 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a US$ 3,56, o maio/19 valia US$ 3,65 e o julho/19 era negociado por 3,75.
Segundo apontado por Tony Dreibus da Successful Farming, os investidores continuam aguardando qualquer notícia sobre um acordo comercial entre os Estados Unidos e a China. O fervor sobre um potencial negócio foi alto no início desta semana, mas desde então não há notícias de Washington ou Pequim.
Diante dessa falta de novidades, os negociadores estão tentando descobrir os detalhes finais de um acordo que acabaria com a guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo. Os presidentes Donald Trump e Xi Jinping devem se reunir no final deste mês para finalizar um acordo, de acordo com reportagens da mídia.
Os EUA decidiram não elevar sua alíquota de 10% para 25% em mais de US $ 200 bilhões de bens chineses no último dia primeiro, uma vez que as negociações estavam indo tão bem. Trump no início desta semana disse que as negociações comerciais estão indo bem e que elas terminarão com um bom acordo ou nenhum acordo.
B3
Já a bolsa brasileira opera com leves baixas próximas da estabilidade nessa sexta-feira. As principais cotações registravam desvalorizações entre 0,08% e 0,09% por volta das 12 horas (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a R$ 42,26, o maio/19 valia R$ 39,35 e o julho/19 era negociado por R$ 35,86.
De acordo com a Agrifatto Consultoria, o indicador CEPEA de milho acumula alta de 23,25% desde o início de novembro, e após subir nos últimos 3 meses, mostra agora variação de preços ao redor de R$ 42,00/sc desde o final de fevereiro.
Já pelo interior do país, as cotações se mostram mais resistentes em continuar buscando equilíbrio em patamares mais altos, embora mantenham os patamares atuais.
A exceção fica para o Mato Grosso, com a demanda regional aquecida e a alta do dólar reajustando positivamente os valores naquele estado, com diferença de -45%, na média.
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