Valorizações perdem força, mas milho segue em alta na Bolsa de Chicago nesta 2ªfeira

Publicado em 17/06/2019 12:14 e atualizado em 17/06/2019 17:02
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A Bolsa de Chicago (CBOT) apresenta cotações mistas ao longo dessa segunda-feira (17) para os preços internacionais do milho futuro. As principais pontuações registravam movimentações entre 0,25 negativo e 2,00 pontos positivos por volta das 12h02 (horário de Brasília).

O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,52, o setembro/19 valia US$ 4,58 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,65.

Segundo análise da Farm Futures, a força de alta das cotações se restringe nessa segunda-feira uma vez que os próximos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) para o progresso do plantio e qualidade da safra americana podem ser melhores do que o esperado.

“Com base nos relatórios de Feedback From The Field, parece que a planta poderia reivindicar de 5 milhões a 7 milhões de acres (de 2,023 a 2,832 milhões de hectares). Um número tão alto também aumentaria o potencial de hectares para além dos que o USDA reportou nos relatórios da semana passada. Em 10 de junho o USDA disse que 59% da safra estava em boa ou excelente forma, mas os agricultores que divulgaram o Feedback na semana passada notaram melhores condições no geral, embora a porcentagem que classificaram de boa a excelente tenha caído”, comenta a publicação.

B3

A bolsa brasileira também segue a segunda-feira apresentando leves altas para o milho futuro. As principais cotações registravam valorizações entre 0,15% e 0,69% por volta das 12h20 (horário de Brasília).

O vencimento julho/19 era cotado à R$ 38,72, o setembro/19 valia R$ 39,56 e o novembro/19 era negociado por R$ 40,85.

A Agrifatto Consultoria aponta que novas valorizações são registradas para o milho na B3 na esteira das movimentações internacionais. O vencimento para julho/19 renova a máxima para este contrato e a cotação para set/19 avança em intensidade ainda maior, trata-se do maior valor já negociado.

“Com as elevações dos preços futuros, e combinado com o mercado externo comprador, as indicações para o milho continuam sustentadas, apesar do período de colheita da safrinha”, dizem os analistas.

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Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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