Milho: Mercado futuro encerra 2ª feira com desvalorização na Bolsa de Chicago

Publicado em 04/11/2019 17:12 e atualizado em 05/11/2019 09:43
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As cotações futuras do milho encerraram a sessão desta segunda-feira (04) ligeiras desvalorizações na Bolsa de Chicago (CBOT). Os principais vencimentos da commodity finalizaram o dia com recuo de 5,00 a 6,00 pontos. O contrato Dezembro/19 fechou o pregão cotado a US$ 3,83 por bushel, enquanto,  o Março/19 encerrou a US$ 3,93 por bushel. 

De acordo com as informações da Reuters Internacional, os preços para o milho permanecem limitados antes dos dados semanais da safra do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) desta segunda-feira e das perspectivas mensais mundiais de oferta e demanda do USDA na sexta-feira.

“Apenas chuvas leves e dispersas são esperadas em todo o cinturão agrícola do meio-oeste dos EUA nesta semana, disse Maxar na segunda-feira. O clima mais seco deve ajudar os agricultores de milho e soja a progredir ainda mais na colheita atrasada das safras desta temporada”, informou a Reuters internacional. 

Mercado Interno

No caso do mercado interno, as principais praças registravam movimentações pontuais nesta segunda-feira. Segundo o levantamento realizado pelo o Notícias Agrícolas,  a região de Cascavel/PR, a saca do cereal registrou desvalorização de 4,41% e terminou o dia cotada a R$ 32,50. Em Dourados/MS, as referências para o cereal ficaram ao redor de R$ 33,50 a saca e com um recuo de 1,47%. 

Em Brasília, os preços para a saca do milho está em torno de R$ 37,00 com uma alta de 5,71%. Na região de Sorriso/MT, a saca balcão registrou uma valorização de 9,52% e está cotada a R$ 23,00. Em São Gabriel do Oeste/MS, o milho terminou o dia cotado a R$ 33,00 a saca e com uma alta de 1,54%.

O Cepea ressaltou que o movimento de alta nos preços do milho perdeu a força nos últimos dias de outubro. “O enfraquecimento das cotações está atrelado à pressão exercida por compradores, que têm encontrado vendedores um pouco mais flexíveis para realizar novas negociações. Nos portos, a desvalorização do dólar pressionou as cotações do cereal. Até a terceira semana de outubro, contudo, os embarques seguiram expressivos, somando 3,8 milhões de toneladas, segundo a Secex”, informou.

Confira como ficaram os preços nesta segunda-feira:

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Por: Andressa Simão
Fonte: Notícias Agrícolas

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