Milho encerra semana com quedas em Chicago

A sexta-feira (15) encerra a semana de cotações na Bolsa de Chicago (CBOT) com quedas de até 5,00 pontos para o milho futuro. A maior queda foi registrada em dezembro/19, com 5,00 pontos e cotação a U$ 3,70.
O contrato com vencimento em março/20 caiu 4,25 pontos, valendo U$ 3,80. Maio/20 caiu 4,50 pontos, cotado a U$ 3,86 e julho/20 teve queda de 4,75 pontos e encerrou a semana por U$ 3,91.
O site internacional Farm Futures destacou que os preços caíram após os números de exportação divulgados pelo USDA nesta sexta-feira. "Os preços do milho caíram ao longo da sessão de sexta-feira em algumas vendas técnicas, motivadas por outra rodada morna de dados de exportação do USDA nesta manhã. A pressão da colheita continua a aplicar ventos adicionais por enquanto, com condições principalmente secas esperadas em todo o cinturão do milho até pelo menos na metade da próxima semana", afirmou o Farme Futures.
Segundo o relatório semanal do USDA, as vendas semanais de milho foram de 581,6 mil toneladas, enquanto o mercado esperava algo entre 400 mil e 800 mil toneladas. O total é 19% maior do que o volume da semana anterior e 23% se comparado á média das últimas quatro semanas. O maior comprador foi El Salvador.
Mercado Interno
Com o feriado da Proclamação da República sendo comemorado no Brasil nesta sexta-feira, 15 de novembro, não há negociações no mercado brasileiros. As cotações apresentadas no Notícias Agrícolas, portanto, referem-se a esta quinta-feira (14).
0 comentário
Milho tenta recuperação após tombo com estoques dos EUA; B3 fecha em alta
Milho volta a cair em Chicago nesta 5ª feira e perde os US$ 5/bu; B3 reduz perdas
Mercado vira após o USDA, milho despenca em Chicago, testa mínimas desde agosto e perde quase 7% em setembro
USDA surpreende com estoques e milho despenca mais de 20 pontos em Chicago nesta 4ª feira
Atraso na colheita do milho dá suporte para altas das cotações de Chicago nesta quarta-feira
Com um olho no dólar e outro no plantio, B3 fecha a terça-feira com estabilidade para os futuros do milho