Milho registra pequenos ganhos em Chicago nesta segunda-feira

A segunda-feira (02) chega ao final com leves valorizações para os preços internacionais na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram ganhos entre 0,75 e 2,25 pontos.
O vencimento dezembro/19 foi cotado à US$ 3,73 com valorização de 2,25 pontos, o março/20 valeu US$ 3,82 com alta de 0,75 pontos, o maio/20 foi negociado por US$ 3,86 com ganho de 0,75 pontos e o julho/20 teve valor de US$ 3,90 com estabilidade.
Esses índices representaram ganhos, com relação ao fechamento da última sexta-feira, de 0,54% para o dezembro/19, de 0,26% para o março/20 e de 0,26% para o maio/20, além de estabilidade para o julho/20.
Segundo a Agência Reuters, a diminuição das preocupações com a demanda e declínio no mercado de trigo interferem nas cotações do cereal.
“As movimentações também sofrem ações da tempestade de neve no norte do Meio-Oeste dos EUA que atrasará ainda mais o final da colheita e poderá forçar alguns produtores a deixar o milho em pé nos campos durante o inverno”, diz Mark Weinraub da Reuters Chicago.
Ainda nesta segunda-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seus dados atualizados dos embarques semanais com números abaixo do esperado para milho. Foram 428.856 toneladas embarcadas na semana encerrada em 28 de novembro, enquanto as expectativas oscilavam entre 500 mil e 700 mil toneladas. Assim, o total da temporada já chega a 6.039,038 milhões de toneladas, 58% menor o volume se comparado ao da temporada anterior.
Mercado Interno
No mercado físico brasileiro, a segunda-feira registrou cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, não foram registradas desvalorizações.
Já as valorizações foram apenas percebidas em Campinas/SP (1% e preço de R$ 49,25), Não-Me-Toque/RS (1,41% e preço de R$ 36,00), Londrina/PR (1,41% e preço de R$ 36,00), Castro/PR (2,50% e preço de R$ 41,00), Oeste da Bahia (5,13% e preço de R$ 41,00) e São Gabriel do Oeste/MS (5,26% e preço de R$ 40,00).
Em seu boletim diário, a Radar Investimentos apontou que “o mercado físico do milho seguiu sustentado pela restrição das ofertas no mercado físico e também pela firmeza do dólar nos últimos dias. Neste sentido, os compradores devem pagar preços maiores para se abastecer”.
Confira como ficaram as cotações nesta segunda-feira:
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