Milho reverte tendência e opera com altas em Chicago

Publicado em 28/01/2020 12:30
361 exibições
Número de exportações do USDA sustenta o mercado

LOGO nalogo

Os preços internacionais do milho futuro reverteram as baixas do início desta terça-feira (28) e registravam ganhos na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações operavam com altas entre 1,25 e 4,25 pontos por volta das 12h08 (horário de Brasília).

O vencimento março/20 era cotado à US$ 3,84 com valorização de 4,25 pontos, o maio/20 valia US$ 3,90 com elevação de 3,25 pontos, o julho/20 era negociado por US$ 3,95 com ganho de 2,75 pontos e o setembro/20 tinha valor de US$ 3,93 com alta de 1,25 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, as preocupações sobre as consequências do coronavírus foram deixadas um pouco de lado e “o milho emergiu como vencedor do relatório de inspeção de grãos divulgado ontem” pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

As exportações subiram quase 70% a mais que na semana anterior, para 26,3 milhões de bushels. “O aumento da atividade de remessas nos portos do Golfo, principalmente para clientes da América Central e do Sul, ajudou os preços futuros próximos a se estabilizarem após as quedas de preços de ontem devido ao surto de coronavírus na China”, diz a analista Jacqueline Holland.

B3

A bolsa brasileira também registra ganhos para os futuros do milho nesta terça-feira, com as principais cotações operando com altas entre 0,35% e 0,59% por volta das 11h29 (horário de Brasília).

O vencimento março/20 era cotado à R$ 52,00 com elevação de 0,58%, o maio/20 valia R$ 50,08 com alta de 0,56%, o julho/20 era negociado por US$ 44,06 com valorização de 0,59% e o setembro/20 tinha valor de R$ 42,50 com ganho de 0,35%.

De acordo com o Imea, os preços do cereal para o contraro março/20 na Bolsa Brasileira exibiram aumento de 0,33%, e a cotação média ficou em R$ 52,04/SC na última semana. “Apesar de a colheita ter iniciado em alguns estados, a baixa oferta do cereal sustentou as cotações”.

Tags:
Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

0 comentário