Milho tem 3ª feira estável em Chicago, mas continua a subir na B3 e preços seguem firmes no BR

À espera dos novos números que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz nesta terça-feira (11), o mercado do milho na Bolsa de Chicago opera com estabilidade e tímidas oscilações, mas ainda em campo negativo. As cotações, por volta de 9h50 (horário de Brasília), perdiam entre 0,75 e 1 ponto nas posições mais negociadas.
Assim, o março tinha US$ 3,80 e o maio, US$ 3,85 por bushel, com o mercado na defensiva antes da chegada dos novos números, às 14h (Brasília).
No caso do milho, deverão estar em foco a demanda interna americana pelo cereal para a produção de rações, de etanol e nas exportações, as quais poderiam registrar um sutil incremento, segundo acredita o analista internacional Todd Hultman, do portal DTN The Progressive Farmer.
Leia mais e veja as expectativas na íntegra:
>> USDA pode reduzir estoques finais dos EUA e aumentar safra de soja do Brasil
Na B3, o mercado brasileiro volta a subir, dando continuidade ao movimento forte das última semanas. O contrato março subia 0,46% para R$ 49,78 e o o maio 0,22% para R$ 46,30 por saca.
Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:
>> Milho: Mercado tem altas pontuais no interior do Brasil de até 2,5% nesta 2ª feira
0 comentário
Milho avalia USDA e clima europeu para fechar a segunda-feira subindo em Chicago
Imea reavalia produtividade do milho do MT e vê safra recorde em 2025/26
Exportação de milho em julho/26 segue lenta e ritmo se mantém abaixo do registrado em julho/25
Futuros do milho estendem ganhos nas bolsas desta segunda-feira
Números do USDA ainda repercutem em Chicago e futuros do milho sobem nesta segunda-feira
AgRural: Tempo mais firme favorece colheita da safrinha de milho, que chega a 40% no Centro-Sul