Milho abre a terça-feira caindo na B3 assim como o dólar

A terça-feira (18) começa com os preços futuros do milho recuando na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 0,67% e 1,33% por volta das 09h21 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/20 era cotado à R$ 59,40 com desvalorização de 1,33%, o novembro/20 valia R$ 59,11 com perda de 0,99%, o janeiro/21 era negociado por R$ 59,10 com queda de 0,67% e o março/21 tinha valor de R$ 57,45 com baixa de 0,83%.
Assim como os contratos do cereal, o dólar também começou o dia em baixa. Por volta das 09h21 (horário de Brasília), a moeda americana caia 1,42% e era cotada à R$ 5,43.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) iniciou os trabalhos nesta terça-feira perdendo força para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 1,75 e 2,00 pontos por volta das 09h11 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/20 era cotado à US$ 3,29 com perda de 2,00 pontos, o dezembro/20 valia US$ 3,43 com queda de 1,75 pontos, o março/21 era negociado por US$ 3,54 com baixa de 2,00 pontos e o maio/21 tinha valor de US$ 3,62 com desvalorização de 2,00 pontos.
Segundo informações do site internacional Successful Farming, os futuros do milho caíram no comércio da madrugada depois que o Pro Farmer Midwest Crop Tour indicou fortes rendimentos em partes de Dakota do Sul e Ohio.
O rendimento potencial de milho em partes de Dakota do Sul foi relatado em cerca de 184,6 bushels por acre (193,1 sacas por hectare), acima dos esperados 152,8 bushels por acre (159,8 sacas por hectare) do ano passado e a média de três anos para o primeiro dia de 164,4 bushels por acre (171,9 sacas por hectare), de acordo com um relatório da Reuters.
“Os traders pareciam estar focados durante a noite nos resultados do tour da safra, em vez do relatório semanal de progresso da safra, que mostrou que as condições caíram”, afirma o analista Tony Dreibus.
A safra de milho dos EUA foi avaliada em 69% como boa ou excelente no domingo, abaixo dos 71% da semana anterior, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A essa altura, no ano passado, 56% da safra havia conquistado as melhores avaliações.
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