Milho segue firme no Brasil com influência do dólar e da demanda

A segunda-feira (05) segue sendo de leves ganhos para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,89% e 1,20% por volta das 11h49 (horário de Brasília).
O vencimento novembro/20 era cotado à R$ 67,67 com valorização de 1,20%, o janeiro/21 valia R$ 67,68 com alta de 1,01%, o março/21 era negociado por R$ 67,70 com elevção de 0,89% e o maio/21 tinha valor de R$ 64,46 com ganho de 1,03%.
De acordo com análise da Consultoria Agrifatto, com o dólar firme nos R$ 5,66 e o grande apetite nos portos brasileiros, o preço do milho no mercado continua firme. “A preocupação com o plantio da primeira safra e a janela de plantio da segunda safra cresce, no entanto, a previsão da normalização das chuvas a partir deste sábado traz alívio aos produtores”.
Mercado Externo
Os preços internacionais do milho futuro seguem calmos e operando próximos da estabilidade na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta segunda-feira. As principais cotações registravam movimentações máximas de 0,25 pontos positivos por volta das 11h40 (horário de Brasília).
O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 3,80 com elevação de 0,25 pontos, o março/21 valia US$ 3,89 com ganho de 0,25 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 3,95 com alta de 0,25 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 3,98 com estabilidade
O mercado segue em compasso de espera para o relatório de acompanhamento de safra do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) que será divulgado no final da tarde desta segunda-feira atualizando os dados de ritmo de colheita nas lavoras.
Segundo informações do site internacional Barchart, traders esperam que o USDA reporte que entre 22% e 24% da safra de milho norte-americana tenha sido colhida até o último domingo (04). Na última semana, o departamento indicou 15% da safra já colhida.
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