SLC Agrícola eleva área de grãos 2020/21 em 5,2% puxada por milho

SÃO PAULO (Reuters) - A SLC Agrícola pretende elevar em 5,2% a área de plantio de grãos na safra 2020/21, impulsionada pelo cultivo de milho, que deve crescer 32,2% na segunda safra, enquanto a soja ficará praticamente estável com 235,04 mil hectares semeados, afirmou a companhia nesta sexta-feira, em sua primeira estimativa para a temporada.
Entre a produção comercial e para captura de sementes, houve uma ligeira queda de 0,2% na área de soja da SLC, ante os 235,44 mil hectares registrados no ciclo anterior.
No milho, a expectativa é cultivar 108,93 mil hectares na "safrinha", um incremento motivado pelo alto patamar de remuneração pelo cereal, conforme comentou a SLC em entrevista à Reuters na última semana.
Na ponta negativa, a área de algodão deve recuar 7,7% nesta temporada, para 115,75 mil hectares, com o corte concentrado na segunda safra (-19,1%).
A comercialização de soja alcançou 53,5% da produção esperada para a safra 2020/21, ao passo que as vendas de 2021/22 já foram iniciadas e estão em 13,8%.
No algodão, as vendas da safra atual alcançam 66,6%, e no milho chegam a 55%.
Com relação à produtividade, a expectativa da SLC indica alta de 4,1% para a soja, com 3.755 kg por hectare. Para o algodão de segunda safra, a projeção é de queda de 6,3%, a 1.638 kg por hectare.
No balanço financeiro, a SLC reportou prejuízo líquido de 35,7 milhões de reais no terceiro trimestre, 63,2% menor que as perdas de 97 milhões no mesmo período do ano anterior, afirmou a companhia ainda nesta sexta-feira.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado subiu 30,8% no período, para 234,63 milhões de reais, excluindo os efeitos dos ativos biológicos, a baixa do ativo imobilizado e outras transações sem efeito caixa.
SLC Agrícola tem prejuízo líquido de R$ 35,7 mi no 3º trimestre

SÃO PAULO (Reuters) - A SLC Agrícola reportou prejuízo líquido de 35,7 milhões de reais no terceiro trimestre, 63,2% menor que as perdas de 97 milhões no mesmo período do ano anterior, afirmou a companhia nesta sexta-feira em balanço financeiro.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado subiu 30,8% no período, para 234,63 milhões de reais, excluindo os efeitos dos ativos biológicos, a baixa do ativo imobilizado e outras transações sem efeito caixa.
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