Milho futuro perde força e passa a cair na B3

Publicado em 02/02/2021 11:48 e atualizado em 02/02/2021 16:48 564 exibições
Realização de lucros segue nesta terça-feira em Chicago

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Os preços futuros do milho perderam força na Bolsa Brasileira (B3) e passaram a acompanhar as movimentações baixistas internacionais nesta terça-feira (02). As principais cotações registravam flutuações entre 0,63% e 1,70% por volta das 11h42 (horário de Brasília).

O vencimento março/21 era cotado à R$ 86,81 com desvalorização de 1,70%, o maio/21 valia R$ 84,31 com queda de 1,02%, o julho/21 era negociado por R$ 78,30 com perda de 0,63% e o setembro/21 tinha valor de R$ 75,60 com baixa de 1,29%.

As quedas nos contratos do cereal brasileiro vêm na esteira das baixas em Chicago, de um movimento de realização de lucros após as recentes altas e na baixa do dólar ante ao real, que caia 1,12% e era cotado à R$ 5,37 por volta das 11h46 (horário de Brasília).

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Preços futuros do milho realizam lucros nesta terça-feira

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho futuro permaneceram caindo na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta terça-feira. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 3,25 e 6,00 pontos por volta das 11h38 (horário de Brasília).

O vencimento março/21 era cotado à US$ 5,43 com desvalorização de 6,00 pontos, o maio/21 valia US$ 5,42 com perda de 5,75 pontos, o julho/21 era negociado por US$ 5,32 com queda de 4,75 pontos e o setembro/21 tinha valor de US$ 4,68 com baixa de 3,25 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho caíram moderadamente no comércio da madrugada. 

“Os preços subiram o suficiente nos últimos dias para tentar os comerciantes a se envolver em algumas vendas técnicas e realização de lucros. É preciso ficar atento a mais grandes anúncios de vendas relâmpago, já que, nos últimos dias, o milho conquistou algumas das maiores vendas já registradas em um único dia para a China, além de vendas “bônus” para países como Japão e México”, aponta o analista Ben Potter.

Fonte:
Notícias Agrícolas

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