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Custo de produção do milho sobe no Mato Grosso, mas relação de troca ainda é favorável aos produtores

Publicado em 20/04/2021 13:41 e atualizado em 20/04/2021 16:46 154 exibições
Imea reduziu expectativa de oferta para a safra 20/21 e elevou estimativa de consumo

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O Imea (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária) divulgou relatório apontando que, os custos de produção do milho de alta tecnologia da safra 2021/22 subiram 3,76% nesta terceira estimativa. 

De acordo com o relatório, a alta nas despesas do cultivo do cereal foram impulsionadas, principalmente, pelos fertilizantes e corretivos, como macronutrientes (+6,56%), e em seguida as operações mecanizadas (+4,56%). 

“Com isso, os custos operacionais COE e COT apresentaram incremento de 3,02% e 2,77%, ante o último relatório fev/21, totalizando R$ 2.893,27/ha e R$ 3.151,90/ha, respectivamente”, aponta a publicação. 

Os analistas do Imea ainda concluem que, portanto, apesar de os custos de produção terem se elevado conforme a estimativa, a relação de troca vem sendo favorável ao produtor mato-grossense, já que os preços praticados pelo cereal a cada semana alcançam cotações recordes e acabam diluindo o impacto de alta dos custos. 

O Instituto reportou ainda que, para a safra 2019/20 o consumo do cereal no estado foi elevado para 9,95 milhões de toneladas sendo impulsionado pelas empresas de biocombustíveis. “Além disso, as exportações ganharam volume e passaram a ser projetadas acima das 22 milhões de toneladas”. 

Já para o ciclo 2020/21, a oferta estimada apresentou queda e passou a ser estimada em 34,99 milhões de toneladas. No lado da demanda, o consumo MT seguiu tendência de alta e tem sua projeção em 11,57 milhões de toneladas, sendo impulsionado, principalmente, pela elevação da capacidade produtiva das usinas produtoras de etanol. Com isso, as exportações e o consumo interestadual apresentaram queda, e foram projetadas em 20,96 milhões de toneladas e 2,45 milhões de toneladas, respectivamente. 

Confira o relatório completo no site do Imea.

Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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