Milho começa a sexta-feira caindo nas bolsas

A sexta-feira (11) começa com os preços futuros do milho recuando na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 1,12% e 1,30% por volta das 09h42 (horário de Brasília).
O vencimento julho/21 era cotado à R$ 92,75 com queda de 1,12%, o setembro/21 valia R$ 95,05 com desvalorização de 1,30%, o novembro/21 era negociado R$ 96,30 com perda de 1,18% e o janeiro/21 tinha valor de R$ 98,12 com baixa de 1,30%.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) também iniciou o último dia da semana caindo para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 8,75 e 12,75 pontos por volta das 09h32 (horário de Brasília).
O vencimento julho/21 era cotado à US$ 6,90 com baixa de 8,75 pontos, o setembro/21 valia US$ 6,26 com perda de 12,25 pontos, o dezembro/21 era negociado US$ 6,03 com desvalorização de 12,75 pontos e o março/21 tinha valor de US$ 6,09 com queda de 12,50 pontos.
Segundo informações do site internacional Successful Farming, os grãos caíram no comércio da madrugada, conforme os comerciantes digerem as estimativas de oferta e demanda agrícola mundial de ontem (WASDE) e os relatórios de produção de safra do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).
Os estoques de milho no final da campanha de comercialização de 2020/21 em 31 de agosto estão agora fixados em 1,11 bilhão de bushels, ante 1,26 bilhão um mês antes. Os analistas esperavam uma perspectiva de 1,2 bilhão de bushels. Para 2021/22, a expectativa do governo de encerrar os estoques caiu de 1,51 milhão para 1,36 milhão de toneladas.
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