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Milho: B3 segue em baixa nesta 5ªfeira com importações e colheita ainda pesando nas cotações

Publicado em 29/07/2021 11:49 462 exibições
Chicago sobe de olho no clima, mas se preocupa com demanda

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As desvalorizações seguem presentes na Bolsa Brasileira (B3) para os preços futuros do milho nesta quinta-feira (29), amplificando os recuos dos contratos do cereal nacional por volta das 11h42 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/21 era cotado à R$ 99,93 com perda de 1,63%, o novembro/21 valia R$ 100,20 com desvalorização de 1,67%, o janeiro/22 era negociado por R$ 100,94 com baixa de 1,43% e o março/22 teve valor de R$ 100,50 com queda de 1,65%.

De acordo com a análise da Agrifatto Consultoria, após sete pregões em alta, o cereal na B3 entrou em correção com efeito das importações.

“Milho importado chega a R$ 92,00 no Brasil, e com o dólar em queda acaba favorecendo a compra, principalmente via drawback, para as indústrias de ração para as produções de frango e suínos para exportação”, destaca o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze.

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Mercado Externo

Já na Bolsa de Chicago (CBOT), o que permanece presente é a elevação dos preços internacionais do milho futuro nesta quinta-feira por volta das 11h35 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/21 era cotado à US$ 5,55 com alta de 6,00 pontos, o novembro/21 valia US$ 5,55 com valorização de 6,50 pontos, o março/22 era negociado por US$ 5,63 com ganho de 6,25 pontos e o maio/22 tinha valor de US$ 5,67 com elevação de 6,25 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho subiram ligeiramente esta manhã devido às preocupações com os danos causados pelas geadas nas lavouras restantes da safrinha que aguardam colheita no Brasil. As preocupações com os danos causados pelo calor em meio à polinização nos Estados Unidos também deram um pouco de apoio ao complexo do milho nesta manhã.

O mercado também aguardava que o USDA divulgue informações atualizadas de exportação, após uma semana de dados de vendas sem brilho para o milho. “Os comerciantes não parecem excessivamente otimistas sobre as perspectivas para novas vendas de exportação de milho para a semana que terminou em 22 de julho”, diz a analista Jacqueline Holland.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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