Futuros do milho abrem a 3ªfeira se mantendo em alta na B3

Publicado em 28/09/2021 09:18 e atualizado em 28/09/2021 09:55 386 exibições
Chicago sente números do USDA e voltam a cair

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A terça-feira (28) começa com os preços futuros do milho se mantendo positivos após fechar o último pregão em alta na Bolsa Brasileira (B3).

Por volta das 09h21 (horário de Brasília), o vencimento novembro/21 era cotado à R$ 94,00 com elevação de 1,21%, o janeiro/22 valia R$ 95,12 com alta de 1,04%, o março/22 era negociado por R$ 95,02 com ganho de 1,25% e o maio/22 tinha valor de R$ 90,30 com valorização de 1,31%.

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, essa elevação na B3 está ligada ao dólar em alta que dificulta novos negócios na importação e começa a dar possibilidade de novas condições para voltar a fechar alguma coisa para exportação.

“O mercado basicamente está atualizando em cima do valor do dólar que está pressionando no mercado interno. As grandes indústrias do setor do milho continuam retraídas e o mercado esperando que os consumidores apareçam para as compras que serão consumidas no mês de outubro”, aponta.

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho começaram a terça-feira corrigindo as elevações registradas ontem e contabilizavam leves recuos na Bolsa de Chicago (CBOT) por volta das 09h08 (horário de Brasília).

O vencimento dezembro/21 era cotado à US$ 5,41 com valorização de 1,75 pontos, o março/22 valia US$ 5,48 com alta de 1,50 pontos, o maio/22 era negociado por US$ 5,53 com ganho de 1,50 pontos e o julho/22 tinha valor de US$ 5,52 com elevação de 0,75 pontos.

Segundo informações do site internacional Successful Farming, os futuros caíram após a divulgação do relatório de progresso de safra do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgado ontem após o fechamento do mercado.

A colheita do milho atingiu 18% do total até o último domingo (26) contra os 10% da semana anterior e os 15% que eram registrados neste mesmo período do ano passado. Além disso, 74% das lavouras norte-americanas já estavam maduras.

Relembre como fechou o mercado na última segunda-feira:

Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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