Cotações do milho abrem a 3ªfeira levemente mais altas na B3
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A terça-feira (05) começa com os preços futuros do milho buscando movimentações altistas na Bolsa Brasileira (B3) após encerrar as atividades de ontem recuando.
Por volta das 09h14 (horário de Brasília), o vencimento novembro/21 era cotado à R$ 90,79 com ganho de 0,52%, o janeiro/22 valia R$ 91,57 com alta de 0,67%, o março/22 era negociado por R$ 91,90 com valorização de 0,67% e o maio/22 tinha valor de R$ 87,77 com elevação de 0,33%.
Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o mercado brasileiro segue sem grnades movimentações olhando que os grandes compradores continuam fora com a chegada do mês de outubro, que normalmente registra uns dos últimos negócios do ano.
“A safra também está recebendo chuvas que dão condições para as lavouras evoluírem até a colheita em janeiro. Isso dá calmaria para o mercado do milho e por isso a B3 está liquidando e meio em baixa”, pontua Brandalizze.
Mercado Externo
Os preços internacionais do milho futuro começaram a terça-feira ainda com movimentações restritas, mas operando na parte negativa da Bolsa de Chicago (CBOT).
Por volta das 09h05 (horário de Brasília), o vencimento dezembro/21 era cotado à US$ 5,37 com alta de 3,00 pontos, o março/22 valia US$ 5,46 com valorização de 3,50 pontos, o maio/22 era negociado por US$ 5,51 com elevação de 3,25 pontos e o julho/22 tinha valor de US$ 5,52 com ganho de 3,50 pontos.
Segundo informações do site internacional Successful Farming, os futuros do milho foram menores com a pressão da colheita. Após o fechamento do mercado na segunda-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu relatório semanal de acompanhamento de safra apontando que 29% das lavouras norte-americanas haviam sido colhidas até o início da semana.
Na publicação anterior este índice era de 18%, já a média das últimas safras é de 22% para esta época do ano. Além disso, cerca de 88% da safra estava madura, contra 74% na semana anterior e os 77% normais.
Relembre como fechou o mercado na última segunda-feira:
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