Milho encerra o dia em Chicago do jeito que começou, com leves perdas e pouco entusiasmo
A Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou os trabalhos desta segunda-feira (15) do jeito que começou, com leves baixas no mercado futuro do milho.
O vencimento dezembro/21 foi cotado à US$ 5,76 com desvalorização de 1,25 pontos, o março/22 valeu US$ 5,83 com queda de 1,5 pontos, o maio/22 foi negociado por US$ 5,87 com perda de 1 ponto e o julho/22 teve valor de US$ 5,88 mantendo o mesmo fechamento da semana passada.
| DEC 2021 |
576,00 |
-1,25 | |
| MAR 2022 |
583,50 |
-1,50 | |
| MAY 2022 |
587,75 |
-1,00 | |
| JUL 2022 |
588,75 |
0,00 |
Analistas viram produtores americanos mais ativos na ponta vendedora.
Do lado da demanda, Jack Scoville, do Price Futures Group disse que o milho não teve o mesmo desempenho. Embora o cereal tenha conseguido uma venda de 198.200 toneladas para o México, dividido entre a campanha de comercialização de 2020/21 e aproximadamente 50.000 toneladas destinadas a entrega durante a campanha de comercialização de 2022/23, o desempenho poderia ter sido melhor.
Não era o que o mercado esperava "porque há notícias de que a China comprou muito milho na Ucrânia na semana passada".
Na semana encerrada em 11 de novembro, os embarques norte-americanos de milho foram de 856 mil toneladas, contra expectativas de 485 mil a 750 mil toneladas. O país já embarcou 6,978,566 milhões de toneladas do cereal.
As negociações no Brasil ficaram paradas por conta do feriado da Proclamação da República.
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