Milho passa a operar positivo na B3 nesta 2ªfeira com seca no Sul
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Os preços futuros do milho ganharam um pouco de força ao longo desta segunda-feira (06) e passaram a registrar pequenas elevações na Bolsa Brasileira (B3), com as primeiras cotações atingindo patamares de R$ 94,00 por volta das 11h49 (horário de Brasília).
O vencimento janeiro/21 era cotado à R$ 94,19 com alta de 0,90%, o março/22 valia R$ 94,58 com valorização de 1,08%, o maio/22 era negociado por R$ 89,40 com elevação de 0,81% e o julho/22 tinha valor de R$ 85,30 com ganho de 0,65%.
De acordo com um informativo da AgRural, a seca que ameaça a produtividade da safra de verão de milho que era restrita ao Rio Grande do Sul, já começa a aparecer também em Santa Catarina e Paraná.
“Áreas em pendoamento em Santa Catarina e no Paraná também podem ter prejuízos caso a previsão de tempo quente e seco se confirme”, diz.
Nem mesmo algumas pancadas de chuvas que foram registradas no estado gaúcho foram suficientes para parar os danos. “Essas precipitações amenizaram a situação do milho verão apenas momentaneamente, e a previsão de continuidade do tempo quente e seco é ameaça de mais perdas para as lavouras gaúchas”.
Mercado Externo
Já os preços internacionais do milho futuro se mantiveram negativos na Bolsa de Chicago (CBOT) neste primeiro dia da semana.
Por volta das 11h38 (horário de Brasília), o vencimento dezembro/21 era cotado à US$ 5,81 com queda de 5,00 pontos, o março/22 valia US$ 5,78 com desvalorização de 5,75 pontos, o maio/22 era negociado por US$ 5,81 com perda de 5,25 pontos e o julho/22 tinha valor de US$ 5,80 com baixa de 5,25 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho caíram ligeiramente durante a noite, enquanto os temores do Ômicron diminuíram e resultaram em ganhos para os mercados de energia e ações, a descoberta da nova variante parecia oferecer a única explicação para os preços mais baixos dos grãos nesta manhã.
“O medo sobre o impacto econômico da nova variante do coronavírus Ômicron está pesando sobre os mercados de trigo, soja e milho hoje, com as notícias otimistas sendo ignoradas. No geral, não há grande preocupação com o clima nos EUA”, disse Matt Ammermann, gerente de risco de commodities StoneX.
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