Ministério da Agricultura mostra avanço mínimo do plantio do milho na Argentina e danos pela falta de chuvas

Publicado em 20/01/2022 15:27 98 exibições

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O Ministério de Agricultura, Pecuária e Pesca da Argentina divulgou seu informe semanal de estimativas agrícolas atualizando seus dados para a safra de milho 2021/22. Segundo a publicação, os trabalhos de plantio da nova safra seguem avançando pelo país e atingiram os 87% do total.

Este índice avança apenas 2 pontos percentuais com relação à semana anterior e fica 9 pontos à trás do que era registrado neste período para a safra anterior 2020/21.

As regiões que já encerraram seus trabalhos são Bahía Blanca, Bolívar, Bragado, General Madariaga, Junín, La Planta, Lincoln, Pehuajó, Pergamino, Pigué, Salliqueló, Tandil, Tres Arroyos, 25 de Mayo, Rio Cuarto, Villa Maria, Santa Rosa, Cañada de Gómez, Casilda, Venado Tuerto, Corrientes, Misiones e San Luis.

Por outro lado, as localidades ainda mais atrasadas na semeadura são Stgo. Estero Quimilli (14%), Salta (17%), Chaco Charata (23%), Avellaneda (26%), Chaco Pcia. R. S. Peña e Stgo. Estero (27%).

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A área total para ser implantada segue projetada em 10,1 milhões de hectares, patamar 4,1% maior do que o registrado na temporada passada 2020/21 que teve 9,7 milhões de hectares e produziu 60,5 milhões de toneladas.

Algumas partes da delegação de Buenos Aires não registram chuvas há mais de 20 dias e temperaturas extremas, superando dos 40°C, nas últimas semanas, o que indicaria que a cultura, que está principalmente em flor, está sofrendo o momento mais crítico da safra sob escassez de umidade, o que afetaria diretamente o desempenho.

Na delegação de Quimilí, a mais atrasada até o momento, o milho iniciou sua semeadura, mas em baixa porcentagem e alguns lotes onde a umidade da camada de semeadura permitiu. “O início importante é esperado quando as chuvas ocorrerem. Vale lembrar que todo o mês de janeiro é habitual para a semeadura desta cultura. Os lotes já plantados (cerca de 20%) estão resistindo ao calor inclemente e à falta de chuva”, aponta o Ministério.

Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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