Quarta-feira começa negativa para os futuros do milho na B3 e na CBOT
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A quarta-feira (16) começa com os preços futuros do milho levemente recuados na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações permaneciam operando na faixa entre R$ 98,00 e R$ 103,00 por volta das 09h14 (horário de Brasília).
O vencimento maio/22 era cotado à R$ 103,59 com queda de 0,30%, o julho/22 valia R$ 98,89 com baixa de 0,28%, o setembro/22 era negociado por R$ 98,61 com desvalorização de 0,39% e o novembro/22 tinha valor de R$ 100,61 com perda de 0,29%.
Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o milho segue firme e com mercado forte, mesmo diante das boas condições da safrinha brasileira.
“O milho FOB do Sul está em R$ 104,00 e com condições de fechar entre R$ 108,00 e R$ 110,00 para exportação no porto. Esse é um problema para o pessoal do suíno, por exemplo, o milho está muito valorizado porque o mercado mundial está pagando mais. Os prêmios estão muito fortes, eram entre 30 e 50 há um mês atras e agora está na faixa de 100 a 120, o que é um prêmio espetacular”, diz Brandalizze.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) também abriu a quarta-feira operando no campo negativo para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações estendiam os recuos do último pregão por volta das 09h05 (horário de Brasília).
O vencimento maio/22 era cotado à US$ 7,51 com desvalorização de 6,50 pontos, o julho/22 valia US$ 7,17 com perda de 5,50 pontos, o setembro/22 era negociado por US$ 6,66 com baixa de 3,50 pontos e o dezembro/22 tinha valor de US$ 6,48 com queda de 2,75 pontos.
Segundo informações da Agência Reuters, os futuros de milho dos Estados Unidos caíram nesta quarta-feira, com autoridades ucranianas fazendo avaliações otimistas de suas negociações de paz com a Rússia, aumentando a probabilidade de a região do Mar Negro se abrir em breve para as exportações de grãos.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, disse nesta quarta-feira que as negociações de paz estão soando mais realistas, mas que mais tempo é necessário, já que ataques aéreos russos mataram cinco pessoas na capital Kiev e o número de refugiados da invasão de Moscou chegou a 3 milhões.
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