Clima positivo no Brasil pressiona cotações do milho em Chicago nesta 5ªfeira
![]()
Os preços futuros do milho seguem operando no campo negativo da Bolsa Brasileira (B3) ao longo desta quinta-feira (01). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 87,85 e R$ 91,53 por volta das 12h56 (horário de Brasília).
O vencimento janeiro/23 era cotado à R$ 87,85 com queda de 0,69%, o março/23 valia R$ 91,53 com perda de 0,83%, o maio/23 era negociado por R$ 90,72 com baixa de 0,67% e o julho/23 tinha valor de R$ 88,47 com desvalorização de 1,04%.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) também permanece baixista para os preços internacionais do milho futuro nesta quinta-feira, com recuos contabilizados por volta das 12h53 (horário de Brasília).
O vencimento dezembro/22 era cotado à US$ 6,57 com desvalorização de 4,75 pontos, o março/23 valia US$ 6,64 com queda de 2,75 pontos, o maio/23 era negociado por US$ 6,62 com baixa de 2,75 pontos e o julho/23 tinha valor de US$ 6,56 com perda de 3,00 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho caíram durante a noite devido à ampla fraqueza nos mercados de commodities agrícolas e às previsões climáticas que provavelmente são benéficas para safras abundantes no Brasil durante a temporada de crescimento de 2022/23.
A publicação destaca que, a previsão de curto prazo do Brasil aponta para volumes de chuva favoráveis no Mato Grosso, bem como nos estados do Centro-Sul do Brasil que lutaram contra a seca no ano passado.
Além disso, “o Brasil e a China assinaram acordos comerciais no início deste ano que aumentariam os volumes de milho comercializados entre os dois países, o que provavelmente limitará os volumes de milho dos EUA exportados para a China na próxima primavera”, afirma a analista da Farm Futures, Jacqueline Holland.
0 comentário
Milho sobe em Chicago nesta 6ª (14), com suporte do trigo e tensões entre Rússia e Ucrânia
Milho recua em Chicago nesta 5ª após forte disparada na sessão anterior; B3 acompanha perdas
Conab eleva safra de milho para quase 143 milhões de toneladas e estoques crescem 25%
Milho dispara em Chicago após USDA reduzir produtividade dos EUA; geopolítica também dá suporte
Milho sente pressão do trigo nesta terça-feira e registra leves baixas em Chicago
Chicago segue no aguardo do USDA e milho se movimenta pouco nesta terça-feira