Preços do milho seguem registrando leves recuos nesta terça-feira
![]()
Os preços futuros do milho seguem recuando na Bolsa Brasileira (B3) ao longo desta terça-feira (26). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 57,77 e R$ 65,39 por volta das 12h42 (horário de Brasília).
O vencimento novembro/23 era cotado à R$ 57,77 com queda de 0,48%, o janeiro/24 valia R$ 61,65 com perda de 0,56%, o março/24 era negociado por R$ 65,47 com baixa de 0,50% e o maio/24 tinha valor de R$ 65,39 com desvalorização de 0,76%.
Mercado Externo
Na Bolsa de Chicago (CBOT) os preços internacionais do milho futuro também se mantiveram no campo levemente negativo nesta terça-feira.
Por volta das 12h38 (horário de Brasília), o dezembro/23 era cotado à US$ 4,79 com queda de 1,50 pontos, o março/24 era negociado por US$ 4,94 com desvalorização de 1,50 pontos, o maio/24 era negociado por US$ 5,02 com baixa de 1,50 pontos e o julho/24 tinha valor de US$ 5,07 com perda de 1,25 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho não conseguiram manter a dinâmica de alta de ontem esta manhã, após o anúncio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) de uma grande venda de milho ao México.
“Os preços mais baixos da energia e o avanço da pressão da colheita fizeram com que os preços caíssem entre US$ 0,01 e US$ 0,02/bushel esta manhã, com alguma realização de lucros provavelmente também em jogo depois que os ganhos de ontem elevaram os preços para uma alta de uma semana”, aponta a analista da Farm Futures, Jacqueline Holland.
0 comentário
Milho recua até 2,02% na B3 e perde mais de 1% em Chicago nesta terça-feira
Milho perde saída pelos portos, e preços caem até 22% no interior do país
Milho recua em Chicago e B3 nesta terça-feira, com contratos brasileiros devolvendo parte da alta da véspera
Etanol de milho já responde por 20% da produção nacional no início da safra 2026/27
Plantio do milho verão chega a 40% e supera 2025 e média histórica
Milho abre terça-feira com leves baixas em Chicago e mercado segue atento à competitividade da América do Sul