Milho sobe em Chicago nesta 5ªfeira de olho em notícias vindas da Argentina
![]()
A quinta-feira (14) começa com os preços futuros do milho recuando na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 72,90 e R$ 76,80 por volta das 10h35 (horário de Brasília).
O vencimento janeiro/24 era cotado à R$ 72,90 com baixa de 0,36%, o março/24 valia R$ 76,80 com perda de 0,26%, o maio/24 era negociado por R$ 75,65 com desvalorização de 0,46% e o julho/24 tinha valor de R$ 73,85 com queda de 0,34%.
Mercado Externo
Já os preços internacionais do milho futuro operavam no lado positivo da Bolsa de Chicago (CBOT) nesta quinta-feira.
Por volta das 10h26 (horário de Brasília), o março/24 era cotado à US$ 4,82 com alta de 2,75 pontos, o maio/24 valia US$ 4,94 com elevação de 2,25 pontos e o julho/24 tinha valor de US$ 5,04 com ganho de 2,25 pontos.
Segundo informações do site internacional Successful Farming, os futuros do trigo e do milho subiram nas negociações da noite para o dia, à medida que o novo governo da Argentina supostamente se move para aumentar os seus impostos de exportação de grãos.
“O novo governo da Argentina irá propor aumentar o imposto de exportação sobre alguns grãos para 15%, informou a Reuters, citando uma fonte da indústria. A taxa agora é de 12%. O país sul-americano é o sexto maior exportador de trigo do mundo”, aponta Tony Dreibus do Successful Farming.
Relembre como fechou o mercado na última quarta-feira (13):
+ Milho fecha a 4ªfeira estável na B3 e com boas perspectivas para 2024
0 comentário
Milho fecha semana com perdas de até 3,85% em Chicago e 1,56% na B3; mercado físico registra novas quedas
USDA anuncia venda de 116 mil toneladas de milho dos EUA para destinos não revelados
Com mercado brasileiro pressionado, produtor evita avançar com a comercialização do milho
Milho abre sexta-feira em queda em Chicago e dezembro volta a operar abaixo de US$ 4,60
Milho cai em Chicago e no mercado físico brasileiro, mas B3 fecha majoritariamente em alta nesta quinta-feira
União Europeia amplia demanda por milho e Brasil começa a ganhar espaço após avanço dos Estados Unidos