Mercado do milho opera com desvalorização nesta 4ª feira em Chicago
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Na manhã desta quarta-feira (08), os contratos futuros do milho iniciaram a sessão com desvalorizações na Bolsa de Chicago (CBOT). Por volta das 11h10 (horário de Brasília), os contratos apresentavam quedas de 3,75 pontos a 3,25 pontos.
O vencimento contrato Maio/24 trabalhava em US$ 4,50 por bushel e com leve queda de 3,25 pontos. O vencimento julho/24 valia US$ 4,63 por bushel com baixa de 3,75 pontos. O Setembro/24 era negociado por US$ 4,73 por bushel e com desvalorização de 3,50 pontos e o Dezembro/24 tinha valor de US$ 4,85 por bushel e com recuo de 3,25 pontos.
De acordo com as informações da Labhoro Corretora, os investidores estão atentos ao avanço mais lento do plantio nos Estados Unidos, o que tem limitado as perdas. Enquanto isso, os traders se preparam para o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) de sexta-feira (10).
Outra questão que o mercado está acompanhando é a preocupação com a greve na Argentina prevista para esta quinta-feira (09).
Segundo as informações da Farm Futures, as regiões de Minnesota, Iowa e Missouri nos últimos dias estão recebendo chuvas benéficas para as lavouras de milho. “As chuvas generalizadas devem melhorar ainda mais a umidade do milho e da soja, especialmente nas áreas centro-norte, leste e extremo sul” do Centro-Oeste, disse Don Keeney, meteorologista agrícola da Maxar.
B3
Já as negociações na Bolsa Brasileira (B3), as cotações futuras iniciaram a sessão desta quarta-feira (08) com desvalorizações. Por volta das 11h07 (Horário de Brasília), o maio/24 valia R$ 57,54 com leve baixa de0,45%, enquanto o julho/24 era negociado por R$ 58,86 com queda de 0,91%.
De acordo com a consultoria Agrifatto, o mercado físico se mostra equilibrado com a colheita no MT dando os primeiros passos, mantendo a referência de negócios nos R$58,50/sc em campinas/SP.
“Apesar do movimento relativamente estável da taxa de câmbio durante a última terça-feira e do recuo das cotações externas do cereal, os vencimentos mais distantes do milho registraram novos avanços na B3, ponderando o clima quente e seco atingindo importantes estados produtores brasileiros no curto prazo”, informou a Agrifatto.
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