Milho abre a 4ªfeira com Chicago em alta após notícias de compras nos EUA e problemas na Ucrânia
![]()
A quarta-feira (17) começa com os preços futuros do milho operando no campo positivo da Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 58,82 e R$ 65,95 por volta das 10h28 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/24 era cotado à R$ 58,82 com alta de 0,46%, o novembro/24 valia R$ 62,34 com elevação de 0,23% e o janeiro/25 tinha valor de R$ 65,95 com ganho de 0,52%.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) também abriu as atividades desta quarta-feira com movimentações positivas sendo registradas pelos preços internacionais do milho futuro, com avanços por volta das 09h44 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/24 era cotado à US$ 3,99 com valorização de 4,00 pontos, o dezembro/24 valia US$ 4,12 com elevação de 3,75 pontos, o março/24 era negociado por US$ 4,25 com ganho de 3,50 pontos e o maio/25 tinha valor de US$ 4,35 com alta de 3,50 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, o milho começa a quarta-feira mais alto após importadores de Taiwan comprarem 65.000 toneladas de milho, provavelmente de origem americana.
Além disso, a publicação destaca que “um grupo de produtores ucranianos, o Conselho Agrícola Ucraniano, espera que a safra de milho do país seja afetada em 30-35%, citando calor e seca”.
Relembre como fechou o mercado na última terça-feira (17):
+ Milho fecha 3ªfeira com altas de até 1,39% na B3 com melhora dos prêmios nos portos
0 comentário
Futuros do milho recuam na B3 nesta sexta-feira com mercado esperando entrada maior da safrinha
Brasil fecha junho/26 exportando 17,85% mais milho do que em junho/25
Janela mais curta do milho safrinha e custos elevados aumentam pressão sobre rentabilidade no campo
Abramilho destaca colheita do milho avançando lentamente e alerta para problemas de qualidade do grão
Milho: B3 fecha 5ª feira em queda, enquanto Bolsa de Chicago termina negócios em campo misto
Chicago segue com valorizações para o milho nesta quinta-feira de olho no clima e no USDA