Cotações futuras do milho abrem a segunda-feira com recuos na B3
![]()
A segunda-feira (02) começa com os preços futuros do milho operando no campo negativo da Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 62,71 e R$ 71,16 por volta das 09h49 (horário de Brasília).
O vencimento julho/25 era cotado à R$ 62,65 com queda de 0,52%, o setembro/25 valia R$ 63,86 com desvalorização de 0,82%, o novembro/25 era negociado por R$ 67,59 com perda de 0,30% e o janeiro/25 tinha valor de R$ 71,16 com baixa de 0,27%.
Mercado Externo
Já os preços internacionais do milho futuro, abriram as atividades desta segunda-feira com movimentações positivas na Bolsa de Chicago (CBOT), registrando avanços por volta das 09h44 (horário de Brasília).
O vencimento julho/25 era cotado à US$ 4,47 com valorização de 3,25 pontos, o setembro/25 valia US$ 4,24 com alta de 1,50 pontos, o dezembro/25 era negociado por US$ 4,39 com ganho de 1 ponto e o março/25 tinha valor de US$ 4,55 com elevação de 1 ponto.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os contratos futuros de milho se recuperaram de queda inicial próxima à mínima de duas semanas registradas no final da semana passada.
“Os indicadores técnicos do milho sofreram uma erosão significativa durante o fraco desempenho gráfico da semana passada, e o mercado pode sofrer ainda mais pressão esta semana se os especuladores intensificarem ainda mais as apostas pessimistas”, destaca Bruce Blythe, analista da Farm Futures.
0 comentário
Com queda de braço entre compradores e vendedores, semana se encerra com poucas movimentações para o milho no Brasil
Colheita de milho em MT avança para 20,9% da área, supera ritmo de 2025, diz Imea
Preço do milho recua nos últimos cinco anos, enquanto custos de produção avançam e pressionam rentabilidade do produtor
Safras & Mercado reduz previsão de colheita de milho do Brasil e vê queda anual
Colheita do milho vai se intensificar em julho e preços devem sentir a pressão no mercado brasileiro
Mato Grosso acelera colheita do milho, mas alta dos custos em 14% exige cautela na próxima safra