Futuros do milho em Chicago abrem a segunda-feira levemente negativos à espera do USDA
![]()
A segunda-feira (21) começa com os preços futuros do milho se movimentando em campo misto na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 65,48 e R$ 74,21 por volta das 10h14 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/25 era cotado a R$ 65,48 com alta de 0,05%, o novembro/25 valia R$ 68,22 com ganho de 0,03%, o janeiro/26 era negociado por R$ 71,88 com perda de 0,18% e o março/26 tinha valor de R$ 74,21 com baixa de 0,19%.
Mercado Externo
Na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços internacionais do milho futuro abriram a segunda-feira com movimentações negativas, registrando recuos por volta das 10h08 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/25 era cotado a US$ 4,06 com queda de 2,50 pontos, o dezembro/25 valia US$ 4,25 com desvalorização de 2,75 pontos, o março/26 era negociado por US$ 4,42 com baixa de 2,25 pontos e o maio/26 tinha valor de US$ 4,52 com perda de 2,25 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, o mercado aguarda a divulgação do relatório de acompanhamento de safra do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) atualizando o desenvolvimento e qualidade do milho dos EUA.
Os contratos futuros de milho subiram na semana passada, com as previsões de calor extremo no Centro-Oeste dos Estados Unidos durante a segunda quinzena de julho levando os operadores a reduzir as expectativas de produtividade.
Relembreo como fechou o mercado na última sexta-feira (18):
+ Cotações do milho fecham sexta-feira em alta na B3 e acumulam valorização semanal de até 2,4%
0 comentário
Milho/Cepea: Cotações recuam em SP, mas sobem em outras regiões
Milho cai em Chicago com avanço da colheita, mas demanda forte pode abrir nova janela de preços no Brasil
Mercado do milho tem recuperação de preços sustentada por estoques globais menores e forte demanda interna
Milho opera de lado em Chicago nesta 6ª feira (18) e tenta recuperar perdas da véspera
Milho cai em Chicago com avanço da safra dos EUA, enquanto B3 resiste à pressão externa
Preço do milho sobe 12% em agosto, com oferta limitada e cenário externo mais firme