De olho na China, milho segue com altas em Chicago nesta segunda-feira
![]()
Os preços futuros do milho seguem operando no campo positivo da Bolsa Brasileira (B3) ao longo dessa segunda-feira (11). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 65,29 e R$ 73,90 por volta das 13h35 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/25 era cotado a R$ 65,29 com alta de 0,15%, o novembro/25 valia R$ 67,65 com estabilidade, o janeiro/26 era negociado por R$ 70,46 com elevação de 0,37% e o março/26 tinha valor de US$ 73,90 com ganho de 0,14%.
Mercado Externo
Na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços internacionais do milho futuro também se mantiveram com movimentações positivas nesta segunda-feira, registrando avanços por volta das 13h29 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/25 era cotado a US$ 3,86 com valorização de 3,50 pontos, o dezembro/25 valia US$ 4,08 com ganho de 3 pontos, o março/26 era negociado por US$ 4,26 com elevação de 3 pontos e o maio/26 tinha valor de US$ 4,35 com alta de 2,75 pontos.
Segundo informações do site internacional Successful Farming, os preços das comoditie sobem em Chicago nesta segunda-feira com o mercado de olho na possibilidade de novas compras da China por grãos dos Estados Unidos.
“Qualquer demanda chinesa por novas safras de qualquer comoditie seria favorável, visto que não há vendas listadas dos EUA. Além disso, as vendas de milho da nova safra dos EUA estão mais do que o dobro do ritmo do ano passado neste momento”, disse Karl Setzer, sócio da Consus Ag Consulting.
0 comentário
Com queda de braço entre compradores e vendedores, semana se encerra com poucas movimentações para o milho no Brasil
Colheita de milho em MT avança para 20,9% da área, supera ritmo de 2025, diz Imea
Preço do milho recua nos últimos cinco anos, enquanto custos de produção avançam e pressionam rentabilidade do produtor
Safras & Mercado reduz previsão de colheita de milho do Brasil e vê queda anual
Colheita do milho vai se intensificar em julho e preços devem sentir a pressão no mercado brasileiro
Mato Grosso acelera colheita do milho, mas alta dos custos em 14% exige cautela na próxima safra