Petróleo atinge máxima de 13 meses

Os preços do petróleo atingiram nesta segunda-feira o seu nível mais alto em cerca de 13 meses, já que a vacinação contra a Covid-19 promete reavivar a demanda e os produtores da commodity mantêm o fornecimento controlado.
Mais cedo, temores de tensões no Oriente Médio geraram novas compras, enquanto também há esperanças de que um estímulo dos EUA e uma flexibilização dos bloqueios irão impulsionar a demanda de combustível.
O petróleo Brent subia 1,3%, a 63,25 dólares por volta das 10:45 (horário de Brasília), após subir para 63,76 dólares, a maior desde 22 de janeiro de 2020.
Os futuros do petróleo dos EUA (WTI) ganhavam 1,8% no mesmo horário, para 60,54 o barril. O contrato atingiu o valor mais alto desde 8 de janeiro do ano passado, de 60,95 dólares, no início da sessão.
Os preços do petróleo subiram cerca de 5% na semana passada.
As cotações subiram nas últimas semanas à medida que a oferta diminuiu, em grande parte devido aos cortes de produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e de produtores aliados no grupo Opep+.
O vice-primeiro-ministro russo, Alexander Novak, disse que o mercado global de petróleo está a caminho de recuperação e que o preço do barril este ano pode atingir uma média de 45 a 60 dólares.
0 comentário
Petróleo fecha em máxima de várias semanas após EUA ameaçar novos ataques ao Irã
Petróleo deve seguir em déficit global no 3º trimestre, mesmo após cessar-fogo no Oriente Médio
Rússia proíbe exportações de diesel para garantir oferta interna após ataques ucranianos
Petróleo dispara após fechamento com revogação pelos EUA de licença para vendas de petróleo do Irã
Petróleo volta a níveis pré-guerra do Irã com aumento da oferta
Opep+ aprova novo aumento na produção de petróleo conforme exportações do Estreito de Ormuz começam a se recuperar