ANP aprova pré-edital para licitação de 11 blocos no pré-sal em oferta permanente
![]()
RIO DE JANEIRO (Reuters) - A diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou nesta quarta-feira o pré-edital e as minutas de contrato para a licitação de 11 blocos do pré-sal no sistema de oferta permanente, sob regime de partilha de produção, informou a autarquia em comunicado.
Os documentos agora seguem para a aprovação do Ministério de Minas e Energia.
Em dezembro, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) havia autorizado que a ANP ofertasse essas áreas, localizadas nas bacias de Campos e Santos, nesse sistema de oferta.
Juntas, as 11 áreas somam um bônus de assinatura somado de 1,3 bilhão de reais, informou o governo na ocasião.
Cinco dos 11 blocos já foram ofertados e não arrematados em rodadas tradicionais anteriormente, como Itaimbezinho, Norte de Brava, Bumerangue, Cruzeiro do Sul e Sudoeste de Sagitário.
Os demais seis blocos seriam ofertados em rodadas futuras do pré-sal: Ágata, Água Marinha e Esmeralda (na 7ª rodada) e Jade, Turmalina e Tupinambá (na 8ª rodada).
Para essas áreas, o CNPE havia definido alíquotas mínimas de excedente em óleo para a União que variam de 4,88%, no caso de Tupinambá, a 22,71%, no caso de Norte Brava.
O governo federal definiu no fim do ano passado que todos os próximos leilões de áreas exploratórias de petróleo e gás no Brasil serão realizados em regime de oferta permanente daqui em diante.
A oferta permanente, a princípio, consistiu em licitação contínua de blocos exploratórios e áreas com acumulações marginais, devolvidos ou em processo de devolução na reguladora ANP. Mas recentemente, o governo permitiu a inclusão de áreas com outros perfis.
(Por Marta Nogueira)
0 comentário
Petróleo despenca 11% após Trump prever fim rápido para guerra com Irã
Casa Branca diz que preços do petróleo cairão quando objetivos de segurança nacional forem alcançados no Irã
Altas no diesel são injustificáveis, abusivas e colocam agronegócio brasileiro em alerta, dizem entidades do setor
Petróleo cai após previsão de Trump sobre fim da guerra no Oriente Médio
EUA consideram vender petróleo da reserva estratégica, diz secretário de Energia
Preços do petróleo saltam 7% com guerra do Irã e atingem máxima desde 2022