Esperanças com oferta por petróleo iraniano fazem mercado cair cerca de 2% nesta 6ª
![]()
O mercado do petróleo recuava cerca de 2% nesta manhã de sexta-feira (18) em meio esperanças com maior oferta do óleo no mercado diante das possíveis exportações do Irã, já que as negociações para ressuscitar um acordo nuclear entraram nos estágios finais.
A tensão entre Rússia e Ucrânia está em segundo foco neste momento.
Por volta das 09h27 (horário de Brasília), o petróleo WTI caía 2,05%, ou US$ 1,85 o barril, a US$ 88,19 o barril, com máxima de US$ 90,18 o barril sendo testada e mínima de US$ 87,46. Enquanto que o tipo Brent era cotado a US$ 89,08 o barril com queda registrada de 1,91%.
"Apesar de toda a conversa sobre guerra e conflito, os participantes do mercado ainda não estão convencidos. Talvez seja por isso que o prêmio de risco geopolítico está começando a diminuir", disse para a agência de notícias Reuters Stephen Brennock, da corretora PVM Oil.
Depois de máximas de 2014 no início da semana, o WTI e o Brent devem fechar a semana com queda acumulada, a primeira em nove semanas.
Apesar da expectativa do mercado com maior oferta, informações da agência Reuters dão conta que a retirada de sanções contra o Irã, em um primeiro momento não incluiria isenções de sanções ao petróleo. Ou seja, há pouca chance de o petróleo iraniano retornar ao mercado imediatamente.
"As ações provavelmente permanecerão consideravelmente por algum tempo ainda", disse o analista do Commerzbank Carsten Fritsch, acrescentando que isso pode aumentar os spreads futuros já recordes.
0 comentário
Petróleo cai 1% para mínimas de quatro meses com negociações entre EUA e Irã
Produção de petróleo do Brasil sobe 16,9% em maio para 4,3 mi barris/dia, diz ANP
Petróleo entrou em novo patamar de US$75, mesmo sob incertezas da guerra, diz CEO da Petrobras
Queda no preço do petróleo alivia pressão sobre BCE para agir, afirma membro do banco
Recuo surpreendentemente rápido do preço do petróleo diminui urgência de ação do BCE, segundo fontes
Petróleo cai mais de 3% com alívio nas preocupações sobre oferta no Estreito de Ormuz