Petróleo dispara à medida que UE trabalha em mais sanções à Rússia; WTI atinge US$ 100 o barril
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Os preços do petróleo dispararam mais uma vez na manhã desta terça-feira (1), avançando 5% por volta das 10h15 (horário de Brasíli), conforme o impasse entre Rússia e Ucrânia se intensificam. Neste horário, o petróleo WTI era negociado por US$ 100,21. Em Londres, de acordo com análise da agência Bloomberg, os contratos futuros do Brent saltaram mais de US$ 5 o barril.
"A União Europeia está discutindo a exclusão de sete bancos russos do sistema de mensagens SWIFT, incluindo o VTB Bank PJSC. É o mais recente de uma lista de penalidades financeiras crescentes contra a Rússia", destacou a publicação.
Ainda de acordo com a análise, os Estados Unidos, assim como outras nações consumidoras estão considerando liberar 60 milhões de barris. "Isso seria equivalente a menos de seis dias d eprodução russa, e os traders estão avaliando o impacto potencial", acrescenta.
O setor também espera por novidades por parte da Agência Internacional de Energia, que deve realizar uma reunião extraordinária ainda nesta terça-feira.A turbulência provocada pela invasão trará um novo desafio para equilibrar um mercado cada vez mais apertado para a Opep+, que se reúne na quarta-feira para discutir a política de produção.
A alta do petróleo reflete nas demais commodities agrícolas, sobretudo os grãos que avançam nesta manhã. "Embora os EUA e a Europa até agora tenham parado de impor sanções diretamente às commodities russas, o comércio dessas matérias-primas está paralisado à medida que os bancos puxam o financiamento e os custos de envio aumentam", acrescenta a análise.
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