Petróleo fica estável, após reduzir perdas iniciais com adiamento de tarifas dos EUA
![]()
Por Erwin Seba
HOUSTON (Reuters) - Os preços do petróleo fecharam estáveis nesta quinta-feira, reduzindo perdas iniciais de mais de 1%, conforme anúncios de tarifas dos Estados Unidos foram adiados até pelo menos abril, alimentando a esperança de que o mundo pode evitar uma guerra comercial que deve pressionar economias e a demanda de energia.
Os contratos futuros do petróleo Brent caíram US$0,16, ou 0,21%, para US$75,02 por barril. O petróleo bruto U.S. West Texas Intermediate (WTI) terminou em queda de US$0,08, ou 0,11%, para US$71,29 por barril.
Os preços haviam caído mais cedo, já que um possível acordo de paz entre a Rússia e a Ucrânia manteve traders preocupados com o fato de que o fim das sanções contra Moscou pode aumentar o fornecimento global de energia.
O presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou que autoridades econômicas e de comércio estudem tarifas recíprocas contra países que impõem tarifas sobre produtos norte-americano. Suas recomendações não estão previstas para serem entregues antes de 1º de abril, o que dará mais tempo para negociações com parceiros comerciais, disseram participantes do mercado.
“Vimos uma grande recuperação nos preços por conta das tarifas que não entrarão em vigor até abril”, disse Phil Flynn, analista sênior do Price Futures Group. "Isso permitirá tempo para negociação."
0 comentário
Petróleo dispara após fechamento com revogação pelos EUA de licença para vendas de petróleo do Irã
Petróleo volta a níveis pré-guerra do Irã com aumento da oferta
Opep+ aprova novo aumento na produção de petróleo conforme exportações do Estreito de Ormuz começam a se recuperar
Petróleo cai 1% para mínimas de quatro meses com negociações entre EUA e Irã
Produção de petróleo do Brasil sobe 16,9% em maio para 4,3 mi barris/dia, diz ANP
Petróleo entrou em novo patamar de US$75, mesmo sob incertezas da guerra, diz CEO da Petrobras