Barril de petróleo recua com mercado mais cauteloso antes de reunião da Opep

Por Julia e Simon
LOS ANGELES (Reuters) - Os preços do petróleo caíram quase 1 por cento nesta segunda-feira, estendendo sua recente fraqueza com a expectativa pela reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) na próxima semana, enquanto um rali no dólar golpeou as matérias-primas em nível generalizado.
Os futuros do Brent caíram 50 centavos, ou 0,80 por cento, para 62,22 dólares por barril, enquanto o petróleo dos EUA recuou 46 centavos, ou 0,81 por cento, a 56,09 dólares. Ambos chegaram a cair mais de 1 por cento mais cedo.
A Opep, juntamente com um grupo de produtores não integrantes do grupo liderado pela Rússia, tem restringido a produção desde o início deste ano para tentar reduzir os estoques globais e suportar os preços.
O acordo vai expirar em março de 2018 e o encontro de 30 de novembro da Opep vai discutir essa política. A expectativa é de que o grupo estenda o acordo de corte de produção para todo o próximo ano.
A alta do dólar no mundo atingiu as matérias-primas, incluindo o petróleo. A moeda norte-americana se fortaleceu contra o euro com notícias de que a Alemanha não conseguiu formar um governo de coalizão, adicionando incerteza à União Europeia. O dólar avançou 0,4 por cento contra o euro.
O petróleo geralmente se move inversamente ao dólar, porque é negociado nesta moeda e dólar mais forte teoricamente torna o petróleo mais caro para os compradores globais. O relacionamento não é consistente, mas as reações acentuadas no dólar podem afetar commodities e vice-versa.
0 comentário
EUA detalham limites do bloqueio de Ormuz; pelo menos dois navios dão meia-volta
Dólar fecha abaixo de R$5,00 pela primeira vez em dois anos
Ibovespa avança e supera 198 mil pontos pela 1ª vez puxado por Vale e Petrobras
Ex-chefe da Abin Alexandre Ramagem está sob custódia da agência de imigração nos EUA
Israel ataca cidade fronteiriça do Líbano antes das negociações organizadas pelos EUA
Ibovespa ganha fôlego e renova recorde intradia com apoio de Vale e Petrobras