Trump suspenderá programa de drones civis devido a preocupações com tecnologia chinesa, diz jornal

O governo dos EUA planeja suspender permanentemente seu programa de drones civis devido aos dispositivos serem fabricados, pelo menos parcialmente, na China, informou o Financial Times no domingo.
O Departamento do Interior dos EUA está considerando suspender o uso de cerca de mil drones após decidir que o risco de os equipamentos serem usados por Pequim para espionagem era muito alto, disse a reportagem do FT, citando duas pessoas informadas sobre os planos.
Fontes também disseram ao Financial Times que o secretário do Interior, David Bernhardt, não assinou uma política oficial, mas planeja suspender o uso dos drones, com exceções para emergências como combate a incêndios e treinamento.
O Departamento do Interior não estava disponível imediatamente para comentar.
A chinesa SZ DJI Technology, maior fabricante de drones comerciais do mundo, disse nesta segunda-feira que, embora não tenha visto a nova política, está ansiosa para analisar as descobertas do departamento dos EUA, dada a falta de evidências confiáveis para apoiar uma ampla de restrição de drones por conta de seu país de origem.
"Instamos os parlamentares e as partes interessadas do setor a se unirem para criar padrões claros que darão aos operadores de drones comerciais e governamentais a garantia de que precisam para avaliar com confiança a tecnologia, não importa onde sejam fabricados", acrescentou a empresa.
(Por Mekhla Raina e Rama Venkat em Bengaluru)
0 comentário
Trump diz que mais 100 milhões de barris de petróleo estão sendo levados da Venezuela para os EUA
Quando operação dos EUA for concluída, Irã não terá armas contra EUA e Israel, diz Trump
Trump diz que EUA abrem mão de certas sanções relacionadas ao petróleo para garantir fornecimento
Wall St fecha em alta com esperança em resolução da guerra no Irã compensando temores de inflação
Putin compartilha com Trump propostas para encerrar a guerra no Irã em telefonema
Dólar cai abaixo dos R$5,17 após Trump citar guerra "praticamente concluída"