Banco central do Japão diz que vai estimar impacto econômico do coronavírus

O presidente do Banco do Japão, Haruhiko Kuroda, disse nesta terça-feira que é muito cedo para adotar outras medidas de flexibilização, embora ele prestará "atenção máxima" ao impacto econômico do surto de coronavírus na economia e na inflação do Japão.
Kuroda disse que a presença econômica da China cresceu e suas ligações com a cadeia de suprimentos aumentaram em comparação com o período do surto da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) em 2003, e portanto o impacto do vírus também pode ser grande.
"O BOJ prestará a máxima atenção ao impacto do vírus na economia e nos preços de nosso país, bem como no movimento do mercado financeiro", disse Kuroda ao parlamento.
Ele disse que o BOJ estava coletando informações e trocará pontos de vista com autoridades financeiras de outras nações em reuniões internacionais, como o G20.
"Nós nos certificaremos de tomar as medidas necessárias quando necessário".
Kuroda reiterou que o BOJ flexibilizará ainda mais sua política monetária, se necessário, mas disse que ainda não era a hora.
A China é o segundo maior destino de exportação do Japão. Os chineses representam 30% de todos os turistas que visitam o Japão e quase 40% da soma total que os turistas estrangeiros gastaram no ano passado no país, mostrou uma pesquisa.
(Por Kaori Kaneko)
0 comentário
Alckmin e Fonteles são principais apostas para comando da Fazenda, dizem fontes
Ibovespa segue fragilizado com investidor atento a sinal fiscal após tombo com reeleição de Lula
Argentina não registrou entrada de Flávio Bolsonaro no país
S&P 500 e Nasdaq abrem em alta enquanto petróleo recua antes da decisão do Fed
Taxas têm perdas firmes com mercado ajustando posições antes de leilão do Tesouro
Ibovespa sinaliza acomodação na abertura após tombo com desfecho eleitoral