Leilões amenizam alta, mas dólar sobe mais que peso mexicano por política

O dólar abriu em alta moderada no início da tarde desta quarta-feira, 26, a R$ 4,410 (+0,39%) no mercado à vista, e renovou máxima em R$ 4,4245 (+0,72%) na sequência. O dólar março subiu até máxima de R$ 4,4250 (+0,76%), após iniciar a sessão em R$ 4,4155 (+0,55%).
Um operador de câmbio disse que o ajuste é relativamente ameno, após o estresse nos mercados internacionais na segunda-feira e na terça, porque o BC antecipou-se anunciando leilão de US$ 500 milhões em swap novo nesta quarta, das 13h30 às 13h40, e outra operação extra com swap de US$ 1 bilhão na quinta, além de leilão de rolagem de linha de US$ 3 bilhões na sexta-feira.
O operador Guilherme França Esquelbek, da Correparti, ressalta que a alta do dólar ante o real está mais intensa do que a correção ante o peso mexicano (+0,33%) e destoa da queda do dólar ante o peso chileno - moedas que sempre andam juntas - porque o mercado local repercute negativamente o vídeo do presidente da República, Jair Bolsonaro, convocando manifestação contra o Congresso para 15 de março, o que poderá atrasar as reformas.
0 comentário
Ibovespa fecha em queda descolado de NY com investidor à espera de decisão dos EUA sobre tarifas
Dólar fica estável no Brasil com política doméstica e tarifa dos EUA no foco dos investidores
Ibovespa fecha em queda descolado de NY com Engie entre maiores quedas; B3 sobe
Trump, questionado se Irã tem um prazo, afirma que não gosta de prazos
Principal negociador do Irã diz que Teerã não tem motivos para respeitar memorando com EUA sem benefícios
FMI diz estar trabalhando para avaliar melhor riscos de dívida interna para países de baixa renda