BC não tem preconceito ou preferência por nenhum dos instrumentos cambiais que dispõe, diz diretor

O Banco Central não tem preconceito ou preferência por uso de nenhum dos instrumentos à sua disposição, indicou o diretor de política monetária da autarquia, Bruno Serra, em apresentação divulgada pelo BC na manhã desta segunda-feira.
Serra ainda falará a partir das 9h10 em evento da Bloomberg, em São Paulo, mas seus apontamentos foram publicados antes pela assessoria de imprensa.
No documento, o BC lembrou que, no ano passado, divulgou as motivações que o levaram a trocar a oferta de swaps cambiais por dólar à vista, oferecendo a liquidez demandada pelo mercado, mas sem alterar a posição cambial líquida.
"A redução do nível e da volatilidade do cupom cambial no período recente, especialmente para os vértices entre um e dois anos, aponta para o sucesso da atuação do BCB", acrescentou.
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