Índices da China reduzem perdas conforme coronavírus assusta mercados globais

Por Andrew Galbraith e Winni Zhou
XANGAI (Reuters) - Os índices acionários chineses recuaram nesta sexta-feira, acompanhando as perdas nos mercados globais provocadas pela intensificação dos temores em torno da disseminação do coronavírus em todo o mundo.
Mas as perdas acionárias foram bem mais fracas em comparação com outros mercados, contidas por expectativas de que o surto do vírus estaria sob controle na própria China, e com expectativas de mais afrouxamento das políticas fiscais por Pequim.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 1,41%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 1,23%, depois de terem caindo respectivamente 4,7% e 4,2%.
Na semana, o SSEC perdeu 4,8%, enquanto o CSI300 caiu 5,9%.
As ações da China caíram menos do que seus pares globais nas últimas semanas uma vez que a disseminação do coronavírus desacelerou domesticamente e muitas fábricas retomaram o trabalho.
. Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 6,08%, a 17.431 pontos.
. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 1,14%, a 24.032 pontos.
. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 1,23%, a 2.887 pontos.
. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 1,41%, a 3.895 pontos.
. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 3,43%, a 1.771 pontos.
. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 2,82%, a 10.128 pontos.
. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 1,67%, a 2.634 pontos.
. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 4,42%, a 5.539 pontos.
0 comentário
Governo reconhece que fim da escala 6×1 pode ter impacto maior no setor agropecuário
Israel não vê certeza de que governo do Irã cairá apesar da guerra
Novo líder supremo do Irã sofreu ferimentos leves, mas continua ativo, diz autoridade iraniana à Reuters
Irã afirma que preço do petróleo chegará a US$200 por barril e alerta para "ataques contínuos"
Dólar oscila perto da estabilidade com exterior e pesquisa eleitoral no foco
Autoridades do BCE reconhecem riscos da guerra, mas prometem manter inflação sob controle