Ministros do Planalto defendem que números da Covid-19 no Brasil levem em conta a proporção de habitantes

Publicado em 15/05/2020 12:08 e atualizado em 17/05/2020 15:27 9097 exibições
Teich pede demissão do Ministério da Saúde após menos de 1 mês no cargo

LOGO REUTERS

BRASÍLIA (Reuters) - Os ministros da Casa Civil, Walter Braga Netto, e da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, defenderam que os números relacionados à Covid-19 sejam analisados levando em conta a proporção de óbitos dentro da população brasileira e enalteceram, em coletiva sobre 500 dias de governo, as medidas tomadas pelo Executivo no enfrentamento à crise.

Ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, e da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, Ramos e Braga Netto solidarizaram-se com as famílias de vítimas do novo vírus e exibiram um vídeo, que citou como vitórias medidas como a renda emergencial a vulneráveis, o programa de manutenção de empregos e a repatriação de brasileiros no exterior.

"Eu gostaria, primeiramente, em nome de todo o governo, de nos solidarizarmos com as famílias que perderam entes queridos durante essa pandemia", disse o ministro Braga Netto, que em seguida lançou mão de quadro comparativo de dados de casos e mortes por coronavírus listado o Brasil e outros países.

"Nós estabelecemos, então, uma visão de proporcionalidade com base na população dos países... Essa fotografia evidencia que o Brasil, no seu 61º dia após o centésimo caso, apresenta um número de óbitos acumulados proporcionalmente bastante inferior", defendeu o ministro.

A coletiva, depois de outra entrevista sobre a liberação dos recursos remanescentes da primeira parcela da renda emergencial ainda não pagos e ainda da segunda parcela da ajuda --ambas previstas para a próxima semana--, ocorre no mesmo dia em que Nelson Teich pediu demissão do posto de ministro da Saúde, sem ter ao menos completado um mês no cargo.

Números do Ministério da Saúde divulgados na quinta-feira mostraram que o Brasil tinha 202.918 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus e 13.994 mortes.

Pressionado, Teich deixa Ministério da Saúde após menos de 1 mês

Nelson Teich, que pediu demissão do comando do Ministério da Saúde

  • RIO DE JANEIRO/BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Saúde, Nelson Teich, pediu demissão do cargo nesta sexta-feira, menos de um mês após assumir, em decorrência de desavenças com o presidente Jair Bolsonaro, na segunda troca de comando do ministério em meio ao avanço da pandemia do novo coronavírus pelo país.

Teich vinha sendo cobrado pelo presidente a modificar o protocolo do ministério para ampliar a recomendação do uso da cloroquina no tratamento à Covid-19, apesar de o ministro ter afirmado que não considera o remédio uma solução e de ter alertado para os efeitos colaterais.

O agora ex-ministro não citou o motivo de seu pedido de exoneração em pronunciamento de despedida, e se recusou a responder quando perguntado sobre a questão da cloroquina. Teich, no entanto, citou a importância de união entre o governo federal e Estados e municípios --com quem Bolsonaro tem travado disputas devido às medidas de isolamento do coronavírus-- para superar a crise do coronavírus.

"A missão da saúde é tripartite, então a gente envolve o Ministério da Saúde, o Conass, o Conasems --secretários estaduais e municipais--, e isso é uma coisa que é muito importante deixar claro. O Ministério da Saúde vê isso como algo absolutamente verdadeiro e essencial", afirmou.

Teich anunciou seu pedido demissão em nota do Ministério da Saúde no final da manhã. Ele ficou menos de um mês no cargo, após ter tomado posse em 17 de abril para substituir Luiz Henrique Mandetta, demitido por também se opor ao uso ampliado da cloroquina e por contrariar Bolsonaro ao defender o isolamento social.

A demissão acontece no encerramento de uma semana em que o Brasil passou Alemanha e França no total de casos confirmados de Covid-19 e se tornou o sexto país com maior número de infeccções no mundo, com mais de 202 mil casos e quase 14 mil mortos, de acordo com dados divulgados pelo ministério na véspera.

Na quinta-feira, Teich foi chamado pelo presidente ao Palácio do Planalto para tratar de mudanças no protocolo de uso da cloroquina. Bolsonaro disse a apoiadores, e depois a empresários, que iria exigir a mudança para incluir o uso do remédio no início dos sintomas.

Ao sair do Alvorada na manhã desta sexta, o presidente afirmou categoricamente que o protocolo seria mudado, apesar da oposição de Teich. A cloroquina não tem comprovação científica de eficácia contra a doença respiratória provocada pelo novo coronavírus e o atual protocolo do Ministério da Saúde prevê o uso apenas em casos graves.

O Palácio do Planalto não respondeu de imediato a uma solicitação de comentário sobre o pedido de demissão.

GENERAL

Logo depois da nota de demissão do ministro, uma possível substitua, a médica Nise Yamaguchi, que defende um protocolo combinado de cloroquina e o antirretroviral azitromicina para tratar a Covid-19, teve um encontro com Bolsonaro, de acordo com uma fonte.

Yamaguchi, que é oncologista, também participou nesta sexta de cerimônia do lançamento de uma campanha do governo contra violência doméstica e tem colaborado com um grupo de trabalho de combate à epidemia formado pelo Planalto.

No entanto, a ala militar do governo torce pela permanência do atual secretário-executivo da Saúde, general Eduardo Pazuello, como titular da pasta, disse à Reuters uma fonte do governo. O general, levado ao posto para coordenar a ação logística contra a pandemia, não tem conhecimento da área de saúde, mas é considerado um "gestor" pelos militares.

Pazuello assume interinamente a pasta, informou uma fonte palaciana, e Bolsonaro deve definir até o final da semana quem assume de vez a pasta.

ISOLAMENTO

Além da cobrança sobre a cloroquina, Teich vinha trabalhando isolado e não foi sequer consultado por Bolsonaro quando o presidente editou decreto nesta semana que ampliou as atividades consideras essenciais para incluir academias e salões de beleza. "Saiu hoje, foi?", indagou Teich, ao ser avisado pela imprensa na segunda-feira.

Até mesmo em relação a sua principal medida à frente da pasta, passou a encontrar dificuldades. As diretrizes do governo federal para auxiliar Estados e municípios a decidirem sobre as medidas de isolamento social deveriam ter sido detalhadas na quarta-feira, mas a apresentação foi cancelada de última hora depois que os conselhos que reúnem secretários estaduais e municipais de Saúde se manifestaram contra por temerem representar um respaldo ao afrouxamento das medidas de isolamento.

O ministro ressaltou em seu pronunciamento que deixará um trabalho pronto para auxiliar os governantes locais. "Aqui a gente entrega quais são os pontos que têm que ser avaliados, quais são os itens que são críticos e que se a gente não consegue ter precisam ser encontrados", afirmou.

Após a demissão do ex-ministro Mandetta por se posicionar publicamente a favor do distanciamento social, contrariando a posição de Bolsonaro, Teich tomou posse dizendo estar alinhado ao presidente, mas recentemente reconheceu a eficácia do distanciamento para conter o avanço da doença e falou inclusive em lockdowns nos locais mais afetados.

Teich havia se ausentado na quinta-feira da entrevista coletiva diária do Ministério da Saúde para tratar da situação da pandemia do coronavírus no país pela terceira vez seguida, em meio às cobranças que vinha sofrendo. De acordo com o Ministério da Saúde, o ministro não participou da entrevista realizada no Palácio do Planalto porque estava reunido com o presidente da República.

Teich diz que escolheu sair e que saúde precisa de união com Estados e municípios

BRASÍLIA (Reuters) - O ex-ministro da Saúde, Nelson Teich, disse nesta sexta-feira que escolheu sair do governo e lembrou que a administração da saúde pública é tripartite, incluindo os Estados e municípios, com quem o presidente Jair Bolsonaro tem travado disputa há meses devido às medidas de isolamento social do coronavírus.

Depois de apenas 28 dias como ministro da Saúde, Teich falou por cerca de cinco minutos e não disse o motivo pelo qual decidiu sair do governo, mas passou alguns recados.

"A vida é feita de escolhas, e hoje eu decidi sair", disse ao abrir seu pronunciamento.

Teich foi chamado ao Palácio do Planalto na manhã desta sexta-feira, para um encontro fora da agenda, em que o presidente Jair Bolsonaro insistiu, mais uma vez, na mudança do protocolo para aconselhar o uso da cloroquina no início dos sintomas, como queria Bolsonaro. O ministro se recusou.

Ao contrário de seu antecessor, Teich foi discreto na sua fala de despedida. Mas lembrou que a administração da Saúde é dividida com Estados e municípios e esse trabalho conjunto é essencial.

"O Ministério da Saúde vê isso (o trabalho conjunto) como algo absolutamente verdadeiro e essencial para conduzir este país, tanto na parte estratégica quanto na parte de execução. Esse é o momento em que o país luta pela saúde, pelo Brasil. Mas aqui eu realço a participação do ministério, do Conass (Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde) e do Conasems (Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde)", disse Teich.

Desde o começo da epidemia de coronavírus no país, Bolsonaro tem estado em guerra abertas com governadores e também com prefeitos, a quem responsabiliza por terem decretado fechamento do comércio e empresas em políticas de isolamento social. Ao demitir Luiz Henrique Mandetta, o presidente queria rever duas posições do então ministro: o uso da cloroquina e o fim do isolamento social.

Teich, apesar de não ser tão vocal quanto Mandetta, não aceitou nenhuma delas. O plano de transição para o isolamento social, preparado pelo ministro, traçava cenários para o fim do isolamento que deveriam ser usados pelos Estados e municípios, mas ele mesmo indicou que em alguns locais deveria haver medidas ainda mais restritivas.

"Deixo um plano de trabalho, um plano pronto, para auxiliar os secretários municipais, os secretários estaduais, os prefeitos e governadores a tentar entender o que está acontecendo e definir os próximos passos", disse.

"Aqui a gente entrega quais são os pontos que têm que ser avaliados, quais são os itens que são críticos e que se a gente não consegue ter precisam ser encontrados, e auxilia no entendimento do momento da tomada de decisão", acrescentou o agora ex-ministro.

Criticado ao tomar posse por não ter falado do Sistema Único de Saúde (SUS), Teich fez questão agora de lembrar sua formação, desde a escola, faculdade pública, residência e trabalho em hospitais federais, e agradeceu a Bolsonaro a oportunidade de ter trabalhado no ministério.

"Eu fui criado pelo sistema público", disse. "Eu não aceitei o convite pelo cargo, aceitei porque achei que podia ajudar o Brasil e ajudar as pessoas."

Teich lembrou ainda suas visitas a algumas das cidades mais afetadas pela epidemia - algo que o presidente não fez ainda - e agradeceu aos trabalhadores da saúde.

"Isso foi fundamental, é fundamental estar na ponta e foi fundamental estar com essas pessoas, entender o que acontece no dia a dia", afirmou.

"Aqui eu agradeço aos profissionais de saúde mais uma vez. Quando você vai na ponta você vê o que é o dia a dia dessas pessoas, você se impressiona. A dedicação dessas pessoas, correndo riscos o tempo todo ao lado dos pacientes, é uma coisa espetacular."

Nelson Teich pede demissão; general assume Ministério da Saúde

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O ministro da Saúde, Nelson Teich, pediu demissão do cargo nesta sexta-feira, informou o ministério em nota, menos de um mês após assumir o cargo em 17 de abril em meio à pandemia do novo coronavírus.

Teich vinha sendo cobrado pelo presidente Jair Bolsonaro a modificar o protocolo do ministério para ampliar a recomendação do uso da cloroquina no tratamento à Covid-19, apesar de o ministro ter afirmado que não considera o remédio uma solução e de ter alertado para os efeitos colaterais.

Bolsonaro disse nesta sexta-feira que o protocolo será mudado, apesar da posição de Teich. A cloroquina não tem comprovação científica de eficácia contra a doença respiratória provocada pelo novo coronavírus.

Além da cobrança sobre a cloroquina, Teich vinha trabalhando isolado e não foi sequer consultado por Bolsonaro quando o presidente editou decreto nesta semana que ampliou as atividades consideras essenciais para incluir academias e salões de beleza. "Saiu hoje, foi?", indagou Teich, ao ser avisado pela imprensa na segunda-feira.

Até mesmo em relação a sua principal medida à frente da pasta, passou a encontrar dificuldades. As diretrizes do governo federal para auxiliar Estados e municípios a decidirem sobre as medidas de isolamento social deveriam ter sido detalhadas na quarta-feira, mas a apresentação foi cancelada de última hora depois que os conselhos que reúnem secretários estaduais e municipais de Saúde se manifestaram contra por temerem representar um respaldo ao afrouxamento das medidas de isolamento.

Após a demissão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta por se posicionar publicamente a favor do distanciamento social, contrariando a posição de Bolsonaro, Teich tomou posse dizendo estar alinhado ao presidente, mas recentemente reconheceu a eficácia do distanciamento para conter o avanço da doença e falou inclusive em lockdowns nos locais mais afetados.

Teich havia se ausentado na quinta-feira da entrevista coletiva diária do Ministério da Saúde para tratar da situação da pandemia do coronavírus no país pela terceira vez seguida, em meio às cobranças que vinha sofrendo. De acordo com o Ministério da Saúde, o ministro não participou da entrevista realizada no Palácio do Planalto porque estava reunido com o presidente da República.

O general Eduardo Pazuello, atual secretário-executivo do ministério, assume interinamente a pasta , informou uma fonte próxima. O Ministério da Saúde informou em nota que vai haver uma entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira.

Militares do governo querem general Pazuello no lugar de Teich na Saúde, diz fonte

BRASÍLIA (Reuters) - Com a demissão do segundo ministro da Saúde em menos de um mês, e em meio à epidemia de coronavírus, a ala militar do governo quer ver o secretário-executivo do ministério, general Eduardo Pazuello, em definitivo no cargo, disse à Reuters uma fonte palaciana nesta sexta-feira.

Pazuello não tem qualquer relação com a área, mas foi indicado ao posto de secretário-executivo pelos militares do governo para tocar a área de logística. Ex-comandante da operação Acolhida, de recepção aos imigrantes venezuelanos em Roraima, foi visto como um ótimo administrador.

"Pazuello tem o apoio de todo mundo. É um craque", disse a fonte, que pediu anonimato.

De acordo com duas fontes do governo, Pazuello ficará de qualquer forma como interino, e o presidente Jair Bolsonaro deve decidir neste final de semana o nome definitivo para o ministério.

Teich pediu demissão na manhã desta sexta-feira depois de ser cobrado por Bolsonaro para endossar um novo protocolo de uso da cloroquina no início dos sintomas de coronavírus, medicamento que não tem seus efeitos contra a Covid-19 comprovados.

O ministro assumiu dia 17 de abril, depois da demissão de Luiz Henrique Mandetta, e ficou menos de um mês no cargo.

Fonte:
Reuters

2 comentários

  • Cácio Ribeiro de Paula Bela Vista de Goiás - GO

    Deixando de lado qualquer preferência política ou ideológica, ou seja, uma sintética e objetiva reflexão apontará para PREOCUPAÇÕES, em se analisando o PERFIL DE AÇÃO DO PRESIDENTE.

    Basta ver o que tem feito com seus " SÚDITOS": " QUEM NÃO SE ALIA E NÃO SE ALINHA AO SEU DISCURSO..., FORA!... Chega a ser humilhante e constrangedor em muitos momentos do seu dia-a-dia. Detalhe: isso na visão de quem olha de longe...

    Será que tá aparecendo(ou se mostrando) um novo DITADOR na nossa REPÚBLICA!?

    Não tenho nenhuma preferência POLÍTICO- PARTIDÁRIA, mas aproveito para informar que NÃO votei no MITO(votei NULO) e, por isso, não tenho peso na consciência.., mas.., que é muito preocupante, não há nenhuma dúvida!!!

    62
    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Cácio... Não sei qual é sua idade. Mas, você já vivenciou alguma coisa parecida? ... Agora, imagine você exercendo o cargo de Ministro da Saúde ..."NESSA HORA"!!! ... Aí não é questão de estar alinhado com A ou com B ... Imagine... Quais são as pressões... Ah! Quanto a transparência do seu voto, acredito que não é relevante pois, a diferença para o segundo colocado nas eleições, não foi de um único voto. ... Inclusive essa narrativa do poder do voto único é uma falacia pois, em toda a história nunca ocorreu qualquer candidato ser eleito pela diferença de UM voto.... ...

      13
    • Cácio Ribeiro de Paula Bela Vista de Goiás - GO

      Sr. Rensi, concordo com o senhor que não se ganha a eleição por diferença de apenas um voto, ou, se ocorrer, é uma raridade!

      Fiz questão de deixar posto meu voto para não ser taxado de ESQUERDOPATA, o que nunca fui. Além disso, a polarização extrema em que se encontra o País é inegavelmente indesejável e extremamente perigosa

      Quanto a minha idade, sou do ano de 1969.

      O que me deixa muito preocupado (e certamente a muitos..), mas não desmotivado, Sr. Rensi, é o Presidente querer levar tudo a "ferro e fogo".

      Isso é, no mínimo, LAMENTÁVEL!!!

      36
    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      É, fico feliz por ser somente um cidadão comum. Imagine o que deve passar na cabeça de um presidente, sendo atacado 24 horas por dia ... por problemas reais & em sua maioria por problemas "criados pela oposição" ... Já vivenciei a postura de todos os presidentes após a redemocratização e, nenhuma foi igual a outra. Infelizmente a igualdade foi só na condução do dinheiro público, com o enriquecimento de poucos em detrimento da maioria. ... Somos um país onde o capital humano é baixo, daí a dificuldade em alcançarmos o desenvolvimento desejado. ... E, tudo isso só tem uma causa: POLÍTICA PÚBLICA !!! ... Estudei do primário até o curso superior em escola pública que, na época, ainda, tinha um certo grau de excelência. Mas será que hoje podemos afirmar isso? ... Eu acredito na equipe que está com o atual Presidente!... E, lógico, nas afirmações que ele tem feito.

      11
    • Rafael Antonio Tauffer Passo Fundo - RS

      Sr. Cácio, todos estão preocupados com a saúde e a economia, mas eu tenho uma opinião: não devemos votar NULO --precisamos tomar posição..., vc já imaginou se todas as pessoas de bem pensar assim e votar NULO? Temos que enfrentar os problemas desse País... se vamos acertar ou errar só o tempo dirá..., ficar em cima do muro não vai resolver nada.

      5
    • Cácio Ribeiro de Paula Bela Vista de Goiás - GO

      Caro Rafael, respeito muito sua opinião, mas VOTEI NULO SIMPLESMENTE POR FALTA DE OPÇÃO!!

      26
  • Marcos Alessandra Tortato Ponta Grossa - PR

    Teich não teve coragem de peitar a indústria farmacêutica que quer impor um tratamento bem mais caro e lucrativo no tal caso do vírus chinês. Infelizmente teve de sair!

    27